Adultos e Crianças “Índigo”- Você Já Se Deparou com Um?

Nossa sociedade ocidental tem se baseado numa séries de valores para criar “leis” que regulam a vida em comum entre  bilhares de seres ou indíviduos que são únicos e essencialmente diferentes uns dos outros– e têm o direito de ser assim.

O grande intuito por trás de toda regulamentação exacerbada é igualar ou homogeneizar as pessoas para que elas passem a agir uniformemente , sob formas determinadas que possam ser mais controláveis. O consumo, por exemplo, é uma forma de atitude social manipulada e vigente a partir da imposição de uma mídia economicamente bem orientada, com o intuito de nos uniformizar sob a sugestão de que teríamos todos  “desejos comuns” que precisariam ser saciados.

Ninguém parece pensar que as coisas consideradas  “normais” indicam simplesmente “que estão de acordo com alguma norma proposta por outras pessoas” e não têm absolutamente nada a ver com os traços intrínsecos de personalidade, individualidade ou de espírito. Aliás, para a vida “ideal” na sociedade capitalista, isso nem sequer é levado em conta, muito antes pelo contrário: se você é diferente dos outros, parece portar uma verdadeira “desgraça” que o afastará do convívio social.

As pessoas não são iguais em nada, talvez nem mesmo no fato de pertencerem a uma mesma e única “espécie de seres humanos”.

E sabe por quê?

Porque existem vários “tipos” de seres humanos, e aí é que a coisa fica “boa”….

Bem, deixe-me apresentar melhor essa ideia: tudo começa em meados dos anos 80, quando a norte-americana Nancy Ann Tape, uma terapeuta que fazia uso das cores e tinha uma capacidade única de perceber as “auras” das pessoas, começou a notar que algumas crianças, suas pacientes, apresentavam uma coloração azul-violeta na camada mais exterior de suas auras (o campo energético que se encontra ao redor do corpo humano e que pode ser fotografado por um material especialmente sensível).

Intrigada, decidiu investigar mais profundamente e descobriu que aquelas crianças que tinham essa aura mais “azulada”, também compartilhavam características bastante específicas, quais sejam:

Detalhe: TODAS ou a QUASE TODAS dessas características estavam presentes nos pacientes que ela detectou como “tendo uma coloração diferente” em sua aura.

Muito bem, e daí? O que significa essa descoberta para a humanidade?

Bem, se você se fez essa pergunta, certamente não encontrou nenhuma pessoa na sua experiência de vida que se assemelhe ao que foi postado até aqui.

Porém, se você é como eu — um adulto índigo — essa descoberta responde a uma série de dúvidas e realmente espalha um “bálsamo” em todas as “feridas” e dificuldades pelas quais passou  em sua infância e adolescência, quando achava que era realmente uma “criatura ET” ou “fora de esquadro”. Você sabe a que estou me referindo…

Mas o que  é um “adulto” ou uma “criança” índigo, afinal das contas?

De acordo com a Fundación INDI-GO, a geração índigo –que atualmente inclui bebês, crianças, adultos e até avós– se refere àquelas pessoas que apresentam talentos inatos e excepcionais, como  maior percepção e sensibilidade nos campos fisiológicos, afetivos, emocionais, de auto-conduta, cognitivos, sociais, psíquicos e espirituais.

Essa geração tem chamado especialmente a atenção porque:

Mais do que falar em “pessoas índigo”, se fala agora de uma “consciência” ou “dinâmica índigo”, como um processo global que interessa a toda a sociedade, uma vez que tais pessoas, daqui a alguns anos, poderão se tornar a maioria, se levarmos em conta o crescimento do número de indivíduos com tais características (inatas) nos últimos anos.

Flávia Criss, Jan/2010.

Deixe um comentário