Pois muito bem, amado leitor!
Eis-me de volta para falar um pouco sobre verdades reveladas, segredos bem guardados, que é basicamente o que está implícito quando a grande malha da mídia mundial usa a expressão pejorativa “teoria da conspiração”.
A grande questão que subjaz toda e qualquer discussão a respeito do que acontece em segredo na Terra, ou seja, as grandes verdades que que estão longe dos nossos olhos — assumindo-nos enquanto pessoas que querem ver além da manipulação da mídia e sua formação de pseudo-realidades — é que nós seres humanos temos a tendência ou a aparente necessidade de explicar o mundo e os acontecimentos à nossa volta.
Nós queremos ter o controle sobre as nossas vidas e ponto. Queremos saber o que está por trás das vacinas que nos são impostas e das catástrofes que não fazem sentido, que não nos parecem naturais ou que isentam uns poucos gatos pingados das grandes perdas, de acordo com os vultosos dígitos em suas contas bancárias.
No entanto, se você estiver trilhando o caminho do auto-conhecimento assim como eu, amado leitor, você já deve percebido, através de seus estudos que a expressão da nossa realidade é vastamente — para não dizer totalmente — influenciada pela forma como nos expressamos energeticamente. E disto também falaremos neste grande post que trago para você neste mês.
Pode ainda lhe parecer que não, mas a nossa realidade é o nosso espelho.
E não seria maravilhoso se tivéssemos em nós um mecanismo de exalação de cheiro que se ativasse quando estivéssemos vibrando energeticamente em frequências abaixo dos 200 hz?
Dê uma olhadinha na tabela abaixo, que mostra os índices em termos de frequências vibratórias das nossas emoções humanas possíveis.
TABELA DE HAWKINGS

Detalhe: preste atenção como a vibração do querer, ou seja, a vibração do desejo é quase tão baixa quanto `a vibração do medo.
Isso acontece porque o querer, o desejo é um movimento separativo, ou seja, o desejo de ter/ser algo emana a vibração da separacão em relação àquele algo, do estar isolado daquilo que você almeja.
Isso acontece porque a mente de quem almeja algo está sempre tensa, nunca está em paz…ela carrega sempre uma ansiedade sutil em seu entorno. E ansiedade é o puro medo, disfarçado.
Como já dizia Osho:
Como alguém pode ter tranquilidade se acha que precisa chegar em algum lugar? Você pode estar sentado, mas estará em movimento. No plano da visibilidade, você pode parecer que descansa, mas no invisível, você está inquieto.
No Oriente, muitas pessoas renunciam o mundo exterior e suas riquezas aparentes em favor do mundo interior, fugindo para as cavernas do Himalaia para dedicar toda a vida, todo o seu tempo e toda a sua energia à jornada interior. No entanto, essas pessoas, de acordo com Osho, nunca compreenderam a dialética da vida.
No Ocidente, há o movimento exatamente o oposto, ou seja, as pessoas renunciam o trabalho interior, com o seu ímpar microcosmo e colocam toda a sua energia na conquista do mundo exterior.
De acordo com Osho, ambas as escolhas estão certas e erradas, porque os indivíduos que as decidiram permaneceram fincados em suas metades, ou seja, uma parte deles foi crescendo cada vez mais e a outra permaneceu retardada, retirada, atrofiada.
Isso é muito aparente no Oriente, em que há muita pobreza, doenças, enfermidades e mortes, e mesmo assim, há um certo contentamento, pois com todos esses desafios, os indivíduos de forma geral parecem não manifestar uma veia revolucionária de querer mudar o mundo, de expressar o poderoso “chega de viver nesta pobreza!”
Muitos viveram e vivem nesta pobreza há séculos, viveram na escravidão por séculos e aceitaram tudo – pobreza, escravatura, doença, morte – sem qualquer resistência, porque estas são coisas exteriores. Todo o esforço que têm feito é primordialmente interno.
No Ocidente, por sua vez, a pobreza foi exterminada em muitos locais, assim como muitas doenças, e a vida dos seres humanos se prolongou.
Os corpos dos indivíduos ficaram mais bonitos, a existência do ser humano ficou mais confortável, mas o próprio ser humano – para quem todos estes confortos, todas estas conquistas da ciência e da tecnologia foram feitas – está ausente. Ele não se lembra para quem tudo isso foi criado. O seu interior está oco. Tudo existe ali, ao redor dos sujeitos, mas no seu microcosmo há uma consciência retardada, quase inexistente.
Assim, nos dois casos, segundo Osho, os indivíduos foram bem sucedidos no que optaram e ambos falharam, porque escolheram apenas metade da expressão humana, que tanto é a criadora, como a própria criação, ou seja — o microcosmo e o macrocosmo.
Catástrofes e Guerras No Planeta
Quando olhamos para o o nosso mundo atraves das agências de mídias e notícias, percebemos que as pessoas de todo o mundo estão preocupadas com a destruição da nossa Terra e com as ações daqueles no poder que tentam esconder as suas reais intenções por trás dessas guerras e catástrofes provocadas.
Contudo, o que podemos aprender com todo este circo diz respeito ao nosse ser, nosso microcosmo, que é o que realmente conta e se reflete no macrocosmo. E é no microcosmo que realmente queremos nos focar, enquanto criadores que somos. E como criadores que somos, queremos continuar a criar a nova Terra e nela viver, de acordo com o nosso amor, a nossa grandeza, a nossa abundância enquanto raça humana.
Muitos dos cenários de guerras e catástrofes que vemos espelhados no macrocosmo da humanidade dependem tanto das escolhas da nossa consciência de massa, como também das emoções que ainda estão reprimidas em grande escala. Isso é o que nos ensina Sasha, um ser pleiadiano do gênero feminino que é canalizado pela Lyssa Royal Holt, aquela canalizadora espetacular que mencionei neste post passado.
O nosso planeta se encontra na atualidade em uma trajetória de cura, de evolução e de despertar. Mas esta trajetória se desenha e se altera a cada momento, pois ainda é muito grande entre nós o medo da mudança pelo que está por vir.
Na visão dos nossos amigos de outras dimensões, uma catástrofe absoluta e total não está mais no cenário da Terra como uma alta probabilidade. O que eles dizem é que poderão existir bolsões de catástrofes como os incêndios em Maui, as guerras que estão acontecendo aos olhos dos notíciários e as centenas de guerras que acontecem em todo o planeta que não temos conhecimento…essas coisas do gênero.
Porém, todos esses tormentos não são mais necessários.
Esta é a razão de existirem a proliferação de tantos trabalhos com seres de consciências mais elevadas, como os Pleiadianos, Arcturianos, Mestres Ascensos e Comando Galáctico, por que há a necessidade e a grande chance de finalmente as pessoas se concentrarem na cura de si mesmas e na aposentadoria dos velhos óculos do passado cujos graus nos impedem de ver o que está bem ali em nossa frente..
Quando nos curamos, ajudamos a liberar aquele fardo da consciência de massa humana, o denominado campo mórfico da humanidade. E é por isso que o trabalho com a nossa criança interior faz toda a diferença. Existem várias técnicas e lindos trabalhos como o da Experiênca Stargate de que podemos nos utilizar para conversar com este lindo e poderoso aspecto da nossa consciência, a nossa criança interior.
Quando incidentes desagradáveis acontecem em nossas vidas, pode ser interessante enfrentarmos as emoções que estão ali suprimidas, muito embora não seja uma tarefa fácil. Uma dor de dente, que conduz a um tratamento de canal, por exemplo, denota que a pessoa está precisando ver questões de base, questões familiares relacionadas à aceitação em vários níveis: aceitação de si, aceitação dos irmãos, dos familiares, da situação e etc. Inclusive as questões aparentemente “exteriores” como as guerras que estão ocorrendo no mundo podem demandar a mesma abordagem.
As pessoas que desaprovam a guerra em Israel — que somariam praticamene a totalidade das pessoas da Terra que não estão envolvidas nos lucros que a guerra traz a poucos — podem protestar contra isso, saindo às ruas em uma manifestação de seu desejo de mudança. Esta ação de protesto pode ter vários sentidos energéticos ou vibratórios que sempre dependerão do estado interno das pessoas que deles participarem.
Vejamos um exemplo, caro leitor: se houver um indivíduo que ao protestar, esteja profundamente mergulhado em sua vitimização, sentindo-se a vítima de tudo, daquele governo, com raiva o tempo todo, então a sua energia não é a de liberação.
Essa energia de vitimismo e de raiva realmente perpetua a permanência da energia negativa no campo mórfico da humanidade.
Mas digamos que no mesmo protesto haja um outro sujeito que tenha uma visão muito mais positiva para o futuro, uma visão de transformação. E ele sabe ou almeja que esta transformação virá por causa dos esforços daquele grupo de pessoas que está protestando naquele momento e se sente emocionado ou animado por se juntar a um grupo para expressar essa ideia maior e revolucionária. Esta será uma manifestação positiva do protesto, que não perpetuará a emoção negativa, e portanto, será muito mais útil ao planeta como um todo.
Se pudéssemos ter um modo, uma máquina especial para aferirmos as emoções humanas em uma ação de protesto como a do exemplo, a fim de localizarmos os reais sentimentos dos protestantes, descobriríamos que uma grande quantidade de pessoas estaria com raiva, mas uma outra grande quantidade de pessoas estaria lá participando com um forte entusiasmo positivo pela mudança.
Segundo Sasha, esta é uma das razões pelas quais não tivemos mudanças positivas tão expressivas até a atualidade. Estamos nos quase 50/50, conforme os galácticos nos vêem em termos de nossas vibrações.
Quando mais assumirmos uma atitude mais positiva, útil e integrativa, a nossa energia positivamente transformadora ficará forte o suficiente para curar a energia que está sendo emitida a partir da raiva.
Você vê como funciona a dinâmica, amado leitor?
Tudo tem a ver com o estado interior das pessoas que executam as mais diversas ações, até mesmo um protesto.
É claro que o estado interno das pessoas — ou seja, as suas emoções — cria um campo de ressonância e se houver um grupo grande de pessoas que estiver em um estado muito equilibrado e cheio de coerência, elas podem neutralizar a energia negativa.
É tudo uma questão de ressonância energética, como sugere Sasha.
Sobre as Teorias da Conspiração
Há alguns anos, Lyssa canalizou as respostas dos galácticos sobre os benefícios ou malefícios das teorias da conspiração para a nossa vibração. Basicamente, eles disseram que tudo aquilo que acreditamos que seja verdadeiro, torna-se verdadeiro, porque cada um cria a sua própria realidade.
Mesmo que haja alguns segredos importantes que a maioria das pessoas não conheça, a dinâmica novamente retorna à questão da consciência.
Se as pessoas concentrarem a sua energia e a sua atenção nos segredos que foram mantidos, privilegiando a raiva por terem desconhecido por tanto tempo essas questões cruciais que afetaram ou afetam tantos, então o que estarão criando? Mais da mesma raiva.
Sim, eventos desagradáveis aconteceram e ainda acontecem em nosso mundo e muitas informações continuam mantidas em segredo.
Mas, onde eu e você queremos colocar o nosso foco?
Em última instância, a nossa elevação de consciência é o que irá mudar o nosso paradigma e isso não vem com o “conhecimento da verdade” a partir da mente, que é realmente a instância do ego.
De acordo com Sasha, não conseguiremos mudar a consciência de massa do nosso planeta
se estivermos focados na nossa raiva advinda do conhecimento da “verdade” entre aspas, revelada pelas teorias da conspiração ou pela nossa exigência de conhecimento desta “verdade” entre aspas. Isto será apenas mais uma das inúmeras distrações que já temos em nossas sociedades, que dificultam a nossa visão mais clara do todo.
As pessoas que promovem ou se envolvem nas chamadas conspirações estão ligadas de alguma forma aos atores envolvidos nessas conspirações – como sendo um reflexo sombrio deles.
O que acontece em muitos casos, de acordo com a nossa pleiadiana de plantão, é um efeito cascata em que os envolvidos nas conspirações vazam informações que não são verdadeiras, com o objetivo de distrair as pessoas da “verdade real”.
Um segundo momento nessa façanha é que as informações vazadas têm um alvo: professores, apresentadores de programas, pesquisadores, influenciadores de opinião e etc.
As informações podem parecer realmente válidas e essas pessoas idôneas acabam as espalhando, enterrando, desta forma, mais ainda a questão real. Assim, quando essas “aparentes verdades” são disseminadas, elas se obscurecem a visão maior da opinião pública, agindo como uma película do tipo “insufilme”.
À medida que o público começa a concentrar a sua atenção naquela película do que se está a espalhar, a verdade real do que aconteceu permanece escondida, apagada — intocada — e o público se distrai com as estórias escabrosas inventadas, causando a maior estagnação da consciência de massa da humanidade.
Tal dinâmica é muito insidiosa. E esta é uma das principais razões pelas quais os nossos amigos das civilizações de consciência mais elevadas não reforçam quaisquer das teorias da conspiração. A intenção deles é nos ajudar a elevarmos a nossa consciência de massa, e não nos ajudar a reforçar a visão através do “insufilme” das falsas informações que foram disseminadas.
Por que não temos governantes e burocratas com maior consciência?
A explicação de Sasha é impactante e muito coerente: tanto os nossos governantes como os burocratas estão desempenhando o papel de externalização, ou espelhamento no macrocosmo do ego humano.
O nosso ego humano tem os seus aspectos positivos e negativos. Mas de forma geral, na existência humana, o nosso ego tem sido um dos maiores obstáculos para a nossa chamada iluminação.
O governo que temos é o nível macrocósmico e nós seres humanos, em nossas consciências, representamos o nível microcósmico. Então, assim como o ego humano negativo é um obstáculo para a nossa iluminação enquanto indíviduos ou consciência de massa — o microcosmo — o governo e os burocratas (políticos e estruturas empresariais hierárquicas, etc.) são a externalização – o macrocosmo — deste ego negativo.
Os seres da cultura Pleiadiana da quarta densidade ainda têm corpos, como nos explica Sasha – então ainda têm egos. Mas o ego deles teria simplesmente a funcionalidade de manter os Pleiadianos da quarta dimensão na realidade física e não a de interferir e ser um empecilho em sua evolução. As estruturas sociais deles não são hierárquicas nem polarizadas e não obstruem a evolução das consciências.
À medida que a humanidade passa de uma realidade de terceira para a de quarta densidade, nós sentimos mais o conflito entre esses egos externalizados e a força de transformação que se está imprimindo fortemente em nossa consciência de massa. É uma das razões pelas quais muitas
informações estão sendo divulgadas, assim como as práticas desonestas de toda sorte que estavam encobertas pelas artimanhas dos burocratas e governantes. É como se um grandioso expurgo estivesse acontecendo.
À medida que essas coisas vêm à tona, a sua purificação pode abrir caminho para mais
forças positivas iniciarem uma reconstrução evolutiva. Ou seja, o que está acontecendo no planeta não é um sinal de mais “doenças”, mas um sinal de purificação que nos leva à transformação.
As Peças de “Deus”
Um ponto de vista certamente interessante é o posicionamento de Osho em relação às catástrofes resultantes de ações humanas qua causam um desencarne coletivo.
Osho é um dos pensadores que eu mais aprecio, pois ele tende a ter uma visão muito interessante sobre a nossa responsabilidade como seres humanos, que é a responsabilidade devida ao criador que cada um de nós é pela sua criação.
Convido você, amado leitor, a ler um pouco sobre Osho, o homem mais perigoso desde Jesus Cristo (como diz Tim Robbins) aqui.
Pois muito bem, as catástrofes resultantes de ações e obras humanas ainda são recorrentes em nosso planeta: lembremo-nos da tragédia do rompimento da barragem Fundão em Mariana, em Minas Gerais, dos tsunamis e terremotos que aceleraram o desabamento da usina nuclear de Fukushima, no Japão, que são exemplos trágicos disto, cujo impacto e horror ainda nos perturba.
Em 1984 aconteceu um dos piores desastres do mundo na fábrica de pesticidas Union Carbide em Bhopal, na Índia, quando um gás altamente venenoso vazou das instalações da fábrica matando mais de 10 mil pessoas e deixando 600.000 feridas. O processo criminal que a fábrica respondeu resultou na condenação de 8 funcionários indianos a apenas 2 anos de prisão, que cumpriram em liberdade.
Décadas depois, em 2020, uma central de gás explodiu na mesma cidade de Bhopal, na Índia, e 3 mil pessoas morreram imediatamente.
Perguntaram a Osho na época qual seria a “peça que Deus estaria pregando” naquela comunidade de Bhopal. O que Deus estaria querendo lhes provar? Que ali havia muitos pecadores, talvez?
Amado leitor, a resposta de Osho pode lhe parecer chocante e crua, porém ela traz um nível tal de esclarecimento que age como um bisturi ultra-esterilizado a realizar um corte certeiro, extirpando uma crença que a humanidade geralmente tem e que é extremamente limitadora.
Osho deu a seguinte resposta, que lhe apresento em paráfrase: eu rejeito Deus completamente porque Deus é simplesmente um embrulho que os idiotas usam achando que Ele resolverá todos os seus problemas. E desta forma, Deus se tornou o único problema que não pode ser resolvido.
O que quer que as pessoas façam com Ele, Ele permanece como um ponto de interrogação absolutamente desnecessário.
Quero simplesmente cortar esta raiz de uma vez por todas: Deus não existe.
Não há nenhuma “peça sendo pregada”. A existência é suficiente por si mesma e não precisa de nenhuma agência externa.
A existência tem a sua própria energia, tem a sua própria inteligência, tem a sua própria vida.
A existência não precisa de um Deus hipotético. Deus não ajuda em nada.
Quando dizemos que somos seres conscientes, isso implica estarmos maduros para aceitar toda e qualquer responsabilidade por nós mesmos e pela existência que nos rodeia.
As mais variadas religiões nos condicionaram a agirmos como crianças inconsequentes que precisam ser conduzidas por um “ser maior”, o “adulto” desta relação — Deus — que nos dá ordens e espera a nossa total obediência, sob pena de sermos castigados com as catástrofes.
Um princípio fundamental de todo pensamento sensato inclui, de acordo com Osho, a exclusão da hipótese que não ajude a resolver o dilema, uma vez que a partir da hipótese Deus, começam a surgir milhares de outros problemas. E uma hipótese é trazida para resolver os problemas, não para aumentá-los.
Segundo Osho, Deus é a hipótese mais inútil já proposta pelo homem: Por causa Dele tem havido tantos problemas, tantas cruzadas, tantos hecatombes, tantas pessoas massacradas, tantas mulheres violadas – tudo em nome de Deus. Por favor, simplesmente joguem-no no vaso sanitário. Esqueçam Deus. A existência é suficiente por si mesma. É isso o que eu ensino. Não podemos jogar a responsabilidade nos ombros de ninguém. Não existe Deus. Assim, toda a responsabilidade recai sobre nós.
Qualquer coisa que possa ser destrutiva, também pode ser criativa, uma vez que estamos jogando o jogo da polaridade, ou seja: a espada em sua mão o pode matar, como também o pode salvar.

Reinvindicando o Nosso Poder
Muito bem, Deus está no vaso sanitário. E nós existimos em nosso potencial de seres conscientes e responsáveis.
Todo ser humano, cada um de nós, somos o que muitos chamam de “centelha” ou “chama” da Criação, como eu prefiro considerar.
Esta expressão implica o fato de que todos nós já existimos antes de nos tornarmos humanos e continuaremos a existir para além de um construto de tempo que só existe aqui nesta 3D.
De acordo com Germane, que é o porta-voz de um grupo de consciências canalizadas por esta já mencionada maravilhosa canalizadora Lyssa Holt, todos nós, seres humanos, sabemos de forma inata como manipular a energia, como também sabemos viver ao máximo tudo aquilo que somos capazes de fazer. Não é algo que precisemos aprender, apenas precisamos nos lembrar.
No entanto, temos um desafio: nós escolhemos encarnar na realidade física do planeta Terra, que é um plano que foi criado foi para ser uma escola de aprendizagem rápida.
O nosso maior desafio atualmente é investirmos as nossas energias criativas na fusão com o nosso Eu Superconsciente, que é a nossa consciência maior, para reconhecermos que todos os contratempos que enfrentamos nos são colocados — e por nós próprios — para que exercitemos os nossos músculos espirituais, a fim de sermos tudo o que podemos ser, de aprendermos tudo o que possa nos ajudar em nosso progresso e serviço aos outros, que em última instância, é o serviço ao prório Criador.
Quando encarnamos neste plano, há um conjunto de regras que precisamos acatar, de acordo com o nosso compromisso enquanto encarnados.
Algumas dessas regras são bastante óbvias e simples, como as leis do tempo e do espaço, porém outras nem tanto, como por exemplo, o fato de que o nosso pensamento demora um certo tempo para manifestar-se na “realidade”, a dita Matrix.
Porém uma regra que é bastante interessante e intrigante é o desafio de estarmos experimentando uma grande ilusão, que parece ser mesmo o nosso maior desafio.
Conforme formos reconhecendo a ilusão pelo que ela é — ou seja, uma ilusão, como um sonho vívido e não a “realidade” — podemos começar a nos lembrar da auto-maestria que já desenvolvemos a partir das experiências em outras dimensões.
Eis o ponto que é o mais importante, amado leitor: nós não conseguiremos ter domínio sobre o nosso próprio poder pessoal na realidade física enquanto mantivermos viva em nós a ideia da ilusão. E este, repito, é o nosso maior desafio.
Quando entramos na realidade física, nós recebemos o ego, que é simplesmente uma estrutura, uma parte da nossa consciência que age como um facilitador para a vida aqui na realidade física.
Atentemos para o seguinte: o ego é uma estrutura absolutamente neutra, não é em si algo positivo ou negativo, pois é simplesmente um regulador, um facilitador — um instrumento.
No entanto, quando nós damos muito poder ao nosso ego, ele fica desequilibrado e a ilusão começa a se formar. Assim é que o chamado “ego negativo” entra em ação.
Em algum momento do desenvolvimento do ego, muitos de nós enfrentamos desafios que deveriam primariamente servir para nos fortalecer. Porém, uma vez mal-interpretados — o que frequentemente acontece — tais desafios tornam-se medos que passam a nos ameaçar por causa da nossa incompreensão inicial.
A primeira vez que os obstáculos acontecem em nossa vida faz disparar um “modelo” de percepção e a ilusão começa a ser formada. Antes deste momento acontecer, nós estamos plenos em nossa maestria. Este é o passo que podemos rastrear até chegarmos ao ponto em que o nosso ego começa a construir a ilusão e a fachada para nos proteger das ameaças percebidas.
E é nesta altura que o domínio do nosso poder pessoal começa a ficar em segundo plano e a sobrevivência começa a passar para o banco da frente.
No entanto, nada disso precisa ocorrer desta forma. No passado, esta foi apenas uma maneira possível de enfrentarmos os desafios, e essa forma antiga tem perdurado até hoje, porque não nos é ensinada uma outra fórmula em nossas sociedades. A manutenção do status quo sempre foi a tendência mais forte.
Nós ensinamos este modelo obsoleto de percepção aos nossos filhos, que então ensinam aos filhos deles e assim por diante, até que finalmente nos esquecemos de que cada alma vem para a Terra como um mestre ascenso e completo.
Quando pudermos nos lembrar disso frequentemente, avisa Germane, poderemos ensiná-lo aos nossos filho, realmente acreditando nisso — sem fingimento — e assim conseguimos conquistar o nosso poder pessoal de uma forma mais rápida, mais completa, mais fácil e com muito menos esforço.
O Ego e o Nosso Poder Renunciado
Eis um exemplo dado por Germane sobre como o nosso ego funciona para impedir que reivindiquemos o nosso poder pessoal:
Imagine uma família de mãe e filha. A filha decide que se sentiria mais confortável se tivesse uma arma em casa, porque houve arrombamentos na vizinhança.
Então ela sai e compra uma pequena pistola muito chique, pois ficou muito impressionada com a beleza da obra de arte exibida no cabo da pistola.
Ela ainda não colocou as balas na pistola e desta forma, ainda não sentiu o poder que tem
na mãos. No entanto, ela está namorando esta ideia, enquanto mantém as balas em uma caixinha, dentro da sacola de compra que veio com a arma.
Ela chega em casa muito orgulhosa com a sua ação e diz à mãe: “Mãe! Olha aqui! Eu comprei esta arma para que nos sintamos mais seguras e para nos proteger.”
A mãe olha para a arma com os olhos arregalados e diz: “Tem certeza de que sabe usar isso? Tem certeza de que sabe atirar? Você tem certeza de que não irá matar alguém acidentalmente?”
Subitamente, a realidade da filha começa a mudar e ela começa a questionar o seu próprio poder, imaginando se realmente conseguiria manusear aquela arma. E naquele momento, decide que não vai colocar nenhuma bala na arma.
Assim, a filha fica com essa arma por alguns dias, sem as balas. De vez em quando ela pega a arma e brinca com ela. Mas há uma certa sensação de mal-estar no plexo solar, uma vozinha que diz: “Tem certeza de que esta foi a decisão certa?”
Um dia, ela vai até a cozinha onde está a mãe. Ela diz: “Mãe, eu sei que você teve aulas de tiro quando era jovem, e sei também que você se sente confiante com uma arma nas mãos. Então, eu quero lhe dar esta arma e peço que você a use se tiver um ladrão aqui em casa. Eu quero que você fique com a arma, porque sinto que realmente não tenho o conhecimento necessário, nem a confiança necessária para portar esta arma.”
Então a mãe pega a arma, coloca as balas e a guarda na gaveta.
Por alguns dias, a filha se sente mais segura. Mas de vez em quando ela olha para aquela gaveta, sabendo o que há nela, sabendo que a arma está lá. Este poder agora está fora de suas mãos porque ela tem muito medo de usá-lo.
Dia após dia, ela verifica a gaveta para ter certeza de que a arma ainda está lá. Porém um dia, a arma desaparece da gaveta.
Então, a filha começa a ficar preocupada e passa a fantasiar que a mãe pegou a arma e a escondeu para que, se algum dia a filha precisasse, não conseguisse encontrá-la.
Desta forma, o símbolo de poder que ela escolheu foi levado embora, está agora escondido, ela não sabe mais onde encontrá-lo e se sente mal, desprezada, confusa e toda a sorte de sentimentos de auto-desvalorização.
Há vários finais para esta história.
Contudo, enquanto a filha se preocupar com a motivação da mãe com o símbolo de poder que ela escolheu e não pedir a sua arma de volta, ela a deixará a sua segurança, a sua confiança e o seu poder pessoal nas mãos de uma outra pessoa.
Sem Moral para Esta Estória
Germane explica que à medida que os seres humanos crescem, especialmente nós mulheres, aprendemos que o poder é uma coisa perigosa… e se o tivermos, precisamos muito bem saber o que fazer com ele. Caso contrário, nunca, jamais, deveremos escolher tê-lo.
E assim, nós crescemos e vamos nos expressar no mundo e um dia subitamente percebemos que todas as “armas” ou todas as ferramentas que eram símbolos do nosso próprio poder, nossa própria confiança, nossa própria força, não estão mais conosco.
Nossa caixa de ferramentas está vazia, porque demos para os outros os nossos poderes pessoais, para outras pessoas os usem por nós, pois nunca nos permitimos treinar com essas ferramentas, a fim de desenvolvermos a nossa auto-confiança e capacidades para nos expressarmos no mundo.
Esta é a dinâmica que a humanidade enfrenta agora, caro leitor.
Não estamos somente requerendo a nossa energia de volta, mas estamos dando o mais importante que é o primeiro passo: estamos tentando descobrir onde colocamos o nosso poder e quem o detém nessas alturas dos acontecimentos, pois se não tivermos ideia de onde ele está e por que razão o doamos, como poderemos reivindicá-lo de volta?
Portanto, para dominarmos o nosso poder pessoal, antes de mais nada, precisamos reconhecer o que há em nós mesmos que nos fez doá-lo: foi o medo? Desamor? Falta de amor-próprio? Queremos agradar aos outros? O que foi?
E quando conseguirmos entender todos estes micro movimentos e processos, conseguiremos obter a resposta sobre quem está detendo o nosso poder, para então o reinvidicarmos.
E em verdade, através deste modo de auto-conhecimento poderemos encontrar muitas respostas diferentes, como por exemplo, a descoberta de que o governo possa estar com o nosso poder; a religião pode tê-lo, ou o marido, esposa, mãe, pai, chefe; a nossa sociedade pode estar o detendo…ou a moda…ou o grupo de amigos.
Em suma, qualquer pessoa pode estar com o nosso poder, porque nós o doamos inconscientemente. E antes de o reinvindicarmos, repito, precisamos saber onde e porquê o doamos, ou de outra forma não conseguiremos nem mesmo reconhecê-lo!
Depois de identificarmos onde e foi colocado o nosso poder e a razão por trás disso, chega o momento de procurarmos os meios para reivindicá-lo. Cada um de nós tem maneiras diferentes de fazê-lo, pois cada pessoa segue o seu caminho de maneira diferente.
Os Filtros e Obstáculos como Pistas
Germane observa que a proteção que o nosso ego vai criando, em virtude da má interpretação de uma situação/input qualquer, age como uma espécie de funil que permanece conectado a nós, e através do qual o nosso poder pessoal vai sendo filtrado. A confusão resultante deste processo é expressa em forma de obstáculos ou ilusões que se emaranham em nossa percepção, fazendo com que nos esqueçamos do que poder que possuimos.
Uma outra forma de olhar para esses filtros é localizar o funil e ver de que forma esses obstáculos estão se expressando.
Por exemplo, os obstáculos podem assumir a forma de problemas constantes com o governo, então isso denota que a pessoa deu o seu poder nesta direção – ao governo.
Se os obstáculos assumirem a forma de relacionamentos abusivos frequentes, por exemplo, então isso aponta a direção de que a pessoa deu o seu poder a outra pessoa nos relacionamentos, tornou-se impotente nessas questões de relações humanas e por isso vem o abuso.
Então, para descobrir quais são os obstáculos e como estão sendo criados, é interessante identificarmos os seguintes pontos: que forma os obstáculos assumem em nossas vidas? Examinemos a nossa vida com um pente fino: existe algum tema regular a se repetir?
Estes temas recorrentes representam os obstáculos ou as ilusões que estão dispersando o fluxo
do nosso próprio poder pessoal. Eles permanecem ali, nos distraindo de sabermos que temos o nosso próprio poder e com isso, vamos mantendo as outras pessoas como detentoras de nosso poder.
Quando pudermos identificá-los, conseguiremos começar a assumir o nosso poder de forma mais ativa e completa.
Tudo isso é um processo…e nós temos a capacidade de fazer revoluções maravilhosas em nós mesmos que se espelham no mundo.
O importante mesmo é darmos os passinhos nessa direção, um após o outro.
Eu fico por aqui com este loooongo post.
Volto em breve com mais um artigo para a nossa aprendizagem conjunta, tá bom?
Muitos beijos e até logo!
