Eu Sou Apenas Eu

Gosto de lembrar disso todo dia, principalmente naqueles  em que estou tendo um “ataque de vaidade” como se fosse a heroína de algum romance, sabe como é? O Gasparetto discorre sobre isso muito bem no programa que fez na televisão (Encontro Marcado) e não custa nada a gente lembrar mais uma vez. Vamos lá:

Eu sou apenas eu.

Não sou a maravilhosa, e também não sou aquela desgraçada, aquela porcaria, aquela pior pessoa do mundo. Não, eu estou livre dos julgamentos. E os extremos são ilusão, viu?

Eu sou apenas eu.

Dá uma sensação de leveza, não?

É isso que o Gasparetto chama de “encaixe” em nós mesmos, esse sentimento de “encontro” consigo mesmo.

Eu sou apenas eu.

Pronto, me achei e me encaixei. Nem pretensiosa e nem porcaria, eu sou assim do meu jeito, desse meu tamanho, dessa minha forma. Saio da loucura do mundo – porque eu não preciso dela – e do julgamento dos outros – porque eu não vou competir com ninguém, já que competição é a arma dos inseguros – e fiquei aqui sentadinha dentro de mim, sendo apenas quem eu sou.

Eu sou só eu.

E não preciso fazer nada com isso, não preciso melhorar em nada. Não preciso ser melhor, nem pior, nem feia, nem bonita. Eu tenho meu próprio tipo, eu sou eu.

Eu vim para a Terra para me conhecer, para me descobrir, para escolher a crença que me faça sentir melhor. E você também!

Aproveitemos nossa estada…

Flávia Criss.

Foto: Scarleth White

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