Darryl Anka — A Arte da Canalização — workshop pt 16

…qualquer que seja  a forma sob a qual você veja de verdade a estrutura molecular da pedra.

Você está agora menor do que as moléculas, ou elas estão maiores do que você. E você vê os átomos de todos os minerais que fazem a pedra, cada um deles parecendo uma esfera gigante de energia, porém sendo especificamente os átomos da pedra, dos minerais, dos elementos do Reino Mineral. Ande por entre os espaços no coração da pedra até que creia estar literalmente no centro mesmo, no próprio coração da pedra, na sua matriz, na sua estrutura atômica. Sinta a vibração da pedra ao seu redor, penetrando-lhe, corresponda à sua frequência, harmonize-se com cada cadeia do Reino da pedra , do Reino Mineral. Você sente a vibração de toda a formação da pedra, pequena ou grande, angulosa ou montanhosa, todas as formas que ela assume são suas para que as conheça, para que as tenha, para que as apreenda, para que as viva, para que as respire, para que as compreenda. Você e a pedra estão em uma relação, você e a pedra estão respirando juntos, você e a pedra  são a consciência atuando em um concerto, você e a pedra…você e a pedra…você e a pedra são Um…são Um…são Um. Sinta as qualidades da pedra, o peso e a densidade…sinta essas qualidades da pedra, sinta-as no seu corpo. Você é como a pedra, você conhece a eternidade das idades, você é extremamente rápido e duro, paciente e eterno. Você se transmuta de pedra para pó, e de novo volta a ser o topo de uma montanha, um planeta, um asteróide, e volta a ser pedra de novo. Tudo agora que precisa saber sobre o Reino Mineral é seu para explorar, ao entrar por essa porta…você e a pedra são Um.

Saia da pedra, deixe-a encolher ou você crescer, e tudo se torna o que era antes, a pedra à sua frente.

Estenda a sua gratidão e apreço ao Ser que é a pedra, por compartilhar-se com você e por concordar entrar em uma relação com você.

Tudo o que você precisar saber sobre o Reino Mineral só terá então que invocar sua amiga pedra, perguntar-lhe e explorar. Permita agora que a pedra desapareça e se transforme em uma planta, em uma flor, em uma árvora, em qualquer que seja o assunto que queira saber.

Permita-se saudar a planta e reconhecer sua consciência…permita-se  sentir a doçura da flor e da árvore…permita-se sentir a umidade, a vivacidade, mas no espaço de tempo e percepção da realidade.

Peça a permissão da planta para conhecê-la, imagine e sinta que essa permissão está concedida livremente, alegremente e que você está convidado a entrar nela. Sinta novamente que você encolhe ou que a planta cresce perante sua figura até que mais uma vez você seja diminuído pela estrutura molecular, pela complexidade, pela variedade das estruturas, pela umidade da planta, fibras, hastes e bolsas, o sangue da vida, o fluido, a consciência e sensibilidade da flor, da árvore, da relva. Vá até o coração da planta, dentro de sua estrutura atômica e sinta a vibração da nutrição, sinta a natureza que o envolve e se torne Um com essa frequência. Sinta o verde, sinta a vida explodindo das sementes, a potencialidade de todos os ramos e raízes que entram profundamente no solo e alcançam o ápice de cada ramo de informação que desejar e conheça a linguagem do vento nas folhas e nos galhos das árvores, na relva das planícies e nas flores multicoloridas de cada jardim da Terra, em seu lugar de perfeita Paz.  E agora você e a planta, e a flor, e a árvore são Um…são Um…florescendo em qualquer direção que deseje saber, qualquer coisa que queira saber sobre o Reino Vegetal…isso tudo será dado a você.

Volte de dentro da planta e permita que sua proporção também volte ao que era antes de entrar. Estenda o seu mais profundo apreço, amor e gratidão à árvore, à flor, à planta, à relva e saiba que assim você tem um outro relacionamento — um relacionamento de amor íntimo — e que podem crescer conjuntamente como Um. E tudo o que você precisar saber sobre o Reino Vegetal, agora é seu se pedir para compartilhá-lo. Deixe-se encharcar por esse conhecimento.

Permite que a planta desapareça e se transforme em qualquer representação daquilo que você denomina como sendo o Reino Animal e que queira escolher. Não o Golfinho, pois ele é diferente da mesma forma que você acredita ser diferente. Os Golfinhos são mais do seu tipo. Escolha o que você tipicamente assume como sendo uma representação animal do selvagem. Identifique-se com ele, reconheça-o, respeite-o, olhe nos seus olhos — se tiver olhos, e se não tiver olhos que possa ver, olhe em sua alma — em sua essência e peça-lhe permissão para partilhar, para conhecer, para sentir, para ser, para fazer  seus corações baterem juntos, como se fossem um só, para sentir o seu sangue, para sentir a sua vida, para sentir seu instinto, sua sensibilidade, sua precisão, para sentir a sua força de vida. Peça sua permissão e sinta,  conheça, ouça e veja que essa permissão lhe é concedida livremente. Com respeito, aproxime-se e encolha ou deixe que o animal cresça até que mais uma vez você se encontre firmemente dentro de sua estrutura atômica, daquilo que você sabe que é o animal. Sinta a vibração, a atividade, a vivacidade, a convicção, o foco, a certitude e a clareza de seus propósitos em saber o que ele é, quem ele é  e o seu lugar no mundo. Sinta sua expressão do infinito, sua força de vida, sua atividade, seu simbolismo, seu lugar no ambiente, na Ecologia, na Biologia, sua essência que pode ser conhecida por você, sentida por você, experienciada como se fosse você mesmo. Pode identificar e tomar seus atributos, todos os sentidos desse animal e escondê-los em si mesmo, e aguçá-los em si mesmo, se quiser enfrentar….

(Fim da parte 16. Continua…)

Tradução e comentários meus (Flávia Criss), Fev/2010.

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