Abraham — A Gloriosa Experiência de Permitir

Abraham esclarece nesse áudio anexado abaixo que “permissão” é uma questão que está relacionada à “co-criação”.

Quando estamos interagindo conosco, descobrimos que ao aprendermos sobre as Leis do Universo, ao aprendermos sobre a Lei da Atração, ao aprendermos sobre a corrente de energia, ao aprendermos acerca da Fonte de Energia, ao aprendermos sobre a função das nossas emoções como indicadores do nosso alinhamento, percebemos que precisamos arranjar pensamentos que nos façam ir a favor do fluxo da correnteza ao invés de remar contra ela e assim podemos realmente ser bem sucedidos em relação a encontrarmos experiências alegres. Quando aprendemos a fechar esse “abismo” e nos tornamos mais quem somos realmente, então nossa experiência de vida certamente se engrandece.

Mas a verdadeira satisfação nessa experiência de vida é entrarmos em alinhamento e então co-criarmos junto a outros. Certamente também poderemos ter quaisquer experiências que quisermos …é muito mais fácil, realmente, entrar em alinhamento a partir da influência dos outros, pois ao co-criarmos conjuntamente, especialmente nas esferas mais amplas, passa a existir maior possibilidade de  encontrarmos mais correspondências vibracionais em relação ao que somos e ao que achamos que queremos ao mesmo tempo em que também há uma tendência muito menor em lutarmos ou em querermos remar contra a correnteza, quando existem poucas pessoas à nossa volta que têm essa preferência.

Assim, é mais fácil entrarmos em alinhamento com a Fonte quando nos retiramos daquelas situações que nos fazem sair desse alinhamento. Porém, quando temos a experiência de perceber o quanto é fácil, em qualquer situação, entrar em alinhamento com a Fonte, então podemos ter a experiência gloriosa de sair pelo mundo afora e nos misturar às outras pessoas, deixando que a co-criação possa ajudar — tanto a nós como aos outros — a adicionarmos mais à bagagem vibracional que representa a própria expansão do Universo.

Quando vivenciamos alguma coisa que nos parece muito desagradável, não devemos nos afastar dela, mas “fazermos as pazes”, reconciliarmo-nos com ela, é o que nos aconselha Abraham. E a razão é a seguinte: quando deixamos tal vibração no mesmo lugar em que sempre esteve, não estamos tentando melhorá-la. Por outro lado,  a partir dessa experiência negativa,  poderemos simplesmente procurar por outros pensamentos, outras vibrações que nos façam sentir melhor e que ativem a nossa vibração de forma que nos sintamos bem e assim quando tivermos contato com aquela experiência novamente, anteriormente negativa, já teremos impressas em nossa vibração uma outra percepção mais positiva, de forma que toda vez que acessarmos a mesma experiência outras vezes, teremos uma impressão já positiva dela.

Abraham nos encoraja a, primeiramente, sairmos da negatividade do sentimento e misturá-lo a outros pensamenots mais positivos. Não precisamos ter medo de sentir o sentimento negativo em relação às coisas das quais não gostamos, ao contrário, Abraham nos diz para experienciarmos essas coisas pois existem outros lados diferentes, outras perspectivas a serem vistas em relação a elas. Assim, quando tivermos tais experiências — pode ser uma criança desobediente, pode ser alguém que mente para nós ou que nos engana, pode ser alguém que nos tratou mal — devemos olhar para elas e não lutar contra a sua “correnteza”. Ao invés disso, devemos nos perguntar: como o meu Eu Interior poderia abordar esse assunto? Como o meu Eu Interior vê isso? Que aspecto disso o meu Eu Interior está vendo?

Quando olhamos dessa forma, passamos a permitir que a parte superior em nós encontre os aspectos positivos em relação à situação que vivenciamos, pois tudo na vida inclui em si a parte que queremos e a falta que sentimos e ao encontrarmos o que desejamos em relação à situação, entramos novamente em alinhamento enquanto ainda temos a mesma experiência, embora de forma expandida. Se trata, basicamente, de nos alinharmos àquilo que somos e deixarmos que a co-criação com os outros aconteça — ou seja, se trata do melhor  que há na vida.

Quando atingimos essa posição de não mais exigir dos outros que estejam em alinhamento quando interagirem com conosco por já estarmos alinhados em nós — ah, eis o grande ponto! Eis tudo o que representa a “arte de permitir”– permitimos que as pessoas sejam o que são, quer elas permitam o mesmo em relação a nós ou não. Agindo assim, não precisamos mais procurar proteção alguma, pois não precisamos mais nos esconder das situações .

Com efeito, ao estarmos em alinhamento com o que somos, o nosso ponto de atração se torna estável, de forma que o Universo não poderá nos dar outra coisa, a não ser o que houver de melhor. E então estaremos livres para ir onde quisermos sem ter que “montar nossa guarda”, pois a Lei da Atração  não haverá de nos trazer algo que não nos represente mais. E assim nosso mundo vai se tornando cada vez  mais expandido, mais amplo…vai se tornando a melhor descrição que poderia existir da Lei da Permissão.

Texto e tradução de Flávia Criss, Abr/2010.

5 comentários

  1. Quando você se concentra na alegria, saúde e abundância, em uma atitude de adicionar em tudo vibrações exultantes, salutares & abastadas, você estabelece um ponto vibracional de atração que lhe dá acesso apenas a mais pensamentos de contentamento, sanidade & abastança. Sua intenção magnética deliberada de contar uma nova história alegre, saudável & próspera, estabelecerá um novo padrão de pensamento, provendo-lhe um novo ponto de atração exultante, salutar e abastado, a partir de seu presente, sobre seu passado e para seu futuro de pleno bom-humor, harmonia orgânica & prosperidade. A simples escolha de procurar por aspectos positivos de alegria, saúde & abundância, estabelecerá um novo tom vibracional que começará imediatamente a atrair pensamentos, pessoas, circunstâncias e coisas que lhe são agradáveis alegres, saudáveis & prósperas.

    1. eu amei , estou a fazer neste momento a 26 lição online do curso como melhor a minha vida financeira com abrahm e estou a amar sinto me mais motivada tenho recebido pequenos milagres e como por magia jamais me faltou dinheiro na minha carteira, estou a começar a me libertar do sentimento de escasses que me dominou ao longo de 47 anos e estou a me transformar noutra pessoa mais rica e mais feliz mais saudavel mais prosperas muito obrigada pelos vossos ensinamentos .

  2. Este texto é simplesmente maravilhoso. Reforço, também, as palavras do leitor Armando Salvador.
    Na verdade, estamos tratando de um assunto que contraria ao condicionamento a que todos nós fomos submetidos desde a tenra infância, não é mesmo?
    Refiro-me a Lei da Reciprocidade, onde comportamentos estressados e desagradáveis no geral tem como reação atitudes desfavoráveis, negativas de outras pessoas.
    Agimos por impulso! Damos o troco na mesma moeda! e eu pergunto: Quem vai ganhar esse jogo e quem vai excercer a correta liderança nas relações?
    É necessário compreender isso como um primeiro passo. É, também, fundamental alargar os horizontes sobre a natureza humana – compreendê-la em seu âmago!
    Na medida em que você entende que lida com uma enorme Diversidade de aspectos do “material Humano”, como, história de vida, personalidade e formas variadas de temperamento e etc., chegará a conclusão que só pode aquietar sua mente.
    Desde que viemos a esse mundo, é sabido que iremos passar por encontros, desencontros, desafetos, alegrias e tristezas – não dá para eliminar ou fugir das circunstâncias adversas. Mas podemos observá-las, identificar e dominar nossas piores emoções para não entrar em sintonia com as reciprocidades negativas.
    A partir da compreensão da natureza Humana e dos condicionamentos sociais fica mais fácil agir como expectadora da situação. É dessa forma que vamos conseguir diminuir o teor natural de tantas emoções negativas em nosso repertório comportamental.
    Parabéns!
    Angela Paes!

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