Perdoo-me, sabendo que em cada momento estou fazendo o melhor que sei fazer

Perdoa-te a ti mesmo quando recordares o passado e pensares “Gastei meu dinheiro tontamente. Poderia ter comprar aquela propriedade e teria, agora, uma fortuna. Não deveria ter realizado aquele investimento que saiu tão mau. Não deveria ter emprestado dinheiro àquele amigo: sabia que nunca iria me devolvê-lo”. Estes pensamentos podem te afastar de uma maior abundância.

Esquece as imagens de situações passadas quando as coisas não saíram tão bem como tivesses desejado. Se este tipo de pensamentos surgir apesar de tudo, não lhes prestes atenção; pensa naquelas ocasiões nas que fizeste um bom investimento, foste feliz com algo que compraste, obtiveste um bom rendimento econômico ou recuperaste todo o dinheiro emprestado a um amigo. Perdoando e amando teu eu passado, concentrando nos momentos de teus sucessos, mudarás o curso de teu futuro.

Pensa, por um momento, nas mensagens de tua infância. Como teus pais gastavam seu dinheiro? Compravam coisas para si? Desfrutavam de seu dinheiro ou lutavam por conseguir o necessário? Falavam contigo livremente de seus rendimentos ou era o dinheiro um tema proibido? Como gastavam o dinheiro destinado a tuas necessidades? Achas que respeitavam teus desejos? Podes ver alguma afinidade entre teu modo de te relacionar com o dinheiro e a relação que teus pais tinham com ele? Teus pais se permitiam ganhar e gastar dinheiro de maneira que os fizessem sentir-se vivos, felizes, satisfeitos e apreciados?

Dou-me permissão para ter o que desejo

Os meninos estão acostumados a receber coisas de seus pais e muitos adultos esperam receber do universo tal como o faziam quando eram pequenos. Se teus pais eram generosos e complacentes, talvez creias em um universo generoso e complacente. Se teus pais negaram-te muitas das coisas que desejavas, poderás seguir te negando as coisas que desejas agora. Podes estar agindo como se esperasses que um “pai” invisível ou autoridade externa decidisse se podes ter o que queres. Ages como se o universo fosse teu pai? Seja tu mesmo o pai ou mãe que desejarias ter e te dá permissão para ter o que queres.

Podes criar uma nova história pessoal, concentrando nos momentos que tiveste sucesso e conseguiste certa medida de abundância. Esquece das histórias passadas que não apoiam a nova imagem de sucesso e abundância que estás a criar. As imagens retidas do passado costumam por limites ao futuro que tens de imaginar para ti, te impedindo a manifestação de teu grande potencial.

Para libertar-te do passado, recorda as histórias que contas a ti mesmo e aos demais a respeito de tua infância e o dinheiro. Falas de abundância ou de escassez? Talvez fales de tempos em que não tinhas comida suficiente. Ou talvez contes como teus pais gastavam dinheiro, mas sem comprar coisas para ti. Começa considerando os aspectos de tua história pessoal que transmites aos demais. Pela cada experiência vivida, teve outra praticamente contrária. Teve momentos em que desfrutaste de comidas maravilhosas e conseguiste coisas que realmente desejavas e que tinham valor para ti.

Qual gostarias que fosse tua história econômica? Começa a construir uma nova. Reconstrua tua infância com lembranças de prosperidade e aquisição das coisas desejadas. Como gostarias que tivesse sido tua infância? Por exemplo, talvez desejes poder dizer “Meus pais administravam sabiamente seu dinheiro. Não tinha problemas econômicos em minha família; sempre tínhamos o necessário.” Dizendo-o, talvez recordes momentos em que realmente não tinha problemas econômicos e dispunhas do dinheiro necessário.

Tens os elementos de todo o tipo de experiências econômicas. Tens experimentado a abundância, ainda que só por um momento. Talvez presentearam-te com um precioso brinquedo que tinhas desejado. Alguém pôde te dar uma quantia inesperada de dinheiro. Quanto mais consiguires sentir esta sensação de alegria, entusiasmo e apreciação, mais coisas boas atrairás para teu futuro.

Ama o caminho que tens de percorrer, tanto como a chegada à tua meta.

Extraído de “Como criar dinheiro”,  por Sanaya Roman e Duane Packer. p. 36

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