A imagem da paz na Terra

Muitas pessoas no mundo estão agora atuando como protótipo para a humanidade. Como agentes de mudança, elas estão desafiando até mesmo os mitos mais estimados a respeito do que são os seres humanos. Cada vez que um de nós estabelece um compromisso com uma nova possibilidade, este fato é imediatamente comunicado a todos nós. Contudo, leva tempo para que as novas idéias sejam eqüitativamente reconhecidas.

A partir das descobertas da neurociência, sabemos que o cérebro funciona como um computador que utiliza “microchips de neurônios”. Cada uma dessa células funciona numa rede complexa de interdependência. É a rede de nêutrons trabalhando juntos e não cada célula isoladamente, o que é decisivo para o funcionamento perfeito. As implicações são de espantar quando compreendemos que cada um de nós é um neurônio no cérebro do planeta. A criança de Bangladesh é uma célula no nosso cérebro; o mesmo acontece com o corretor da bolsa de Wall Street e o prisioneiro da consciência na América Central. Você também. Seus pensamentos são equivalentes a uma informação sobre a realidade fornecida por um neurônio ao cérebro global. A direção de nossa evolução depende do modo como agimos juntos para formar novos padrões, novos mitos de realidade, novos programas que possam reconhecer a vida de novas maneiras. Mais uma vez encontramos os campos de ressonância mórfica do dr. Rupert Sheldrake. Como ele diz: “Quando algo se forma, um cristal por exemplo, ou qualquer animal aprende um novo comportamento, isso influencia o aprendizado subseqüente ou a formação de todos os outros cristais ou animais da mesma espécie.”
O ponto em que a unicidade é reconhecida como o campo unificador de toda a vida é visto pelo físico David Bohm como o campo da “ordem dobrada”. Em oposição, tudo aquilo que vemos e reconhecemos como objetos e identidades individuais constitui a “ordem desdobrada”.
Todo aquele que deseja trazer harmonia, paz e amor para a Terra precisa aprender a levar a percepção pessoal até esse lugar da “ordem dobrada”. Fazer isso é movimentar-se para além da aparência de separação. O tempo e o espaço não têm sentido, porque não há aqui e ali, nem ontem ou amanhã. Há apenas o aqui e agora. Nós nos misturamos com o ser de quem vive no Japão ou na Austrália nesse nível, com a mesma facilidade que podemos nos misturar com o nosso melhor amigo ou com o vizinho ao lado.

As 7 Etapas de Um Transformação Consciente, p. 207

Foto: Woodleywonderworks

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