,

Eu Sou o Mestre. Eu Sou a Mágica. Eu Sou o Milagre.

Finalmente estou de volta, no finalzinho deste ano, para dar o ar da minha graça!

E graças eu dou também a você, meu leitor querido, que não perdeu a esperança de entrar no Blog mais uma vez, depois de todos estes anos de repouso.

Para quem é novo aqui, seja muito bem-vindo!

Converso com você, leitor, sob este avatar único masculino singular — “o leitor”– sem querer desfazer de nós, mulheres leitoras. Apenas, acho forçado e artificial, se escrevemos de maneira intimista, da forma como faço, tentar abraçar os dois gêneros, adicionando o “a” entre parênteses.

Eu honro todas nós, grandes mulheres,e não é um simples marcador de gênero em português que nos abalará em nossa grandeza.

Venho narrando muito da minha jornada de auto-conhecimento e aprendizado ao longo destes 15 anos, neste mesmo blogzinho aqui em que você me lê agora. E como diria Robertão, foram muitas emoções e continuam sendo, porque estamos imersos nesta aventura maravilhosa de sermos humanos.

Posso afirmar que hoje eu exerço com um amor incomensurável aquilo que vim para o planeta exercer, que é expressar a mágica humana através das minhas várias habilidades de tradução e canalização de palavras e energias.

Nos últimos 6 anos eu tenho feito parte de uma comunidade internacional estupenda e há 2 anos venho trabalhando como tradutora, intérprete e líder de comunidade junto a outros no Brasil e em Portugal, traduzindo meditações especiais gravadas e ao vivo, viajando por vários países para realizar este trabalho lindo, pois você sabe que os brasileiros estão espalhados no mundo todinho, não é mesmo?!

Se você tiver interesse, querido leitor, peço-lhe que acesse este site aqui para saber mais sobre esta comunidade e o nosso trabalho.

No curso dessa jornada de auto-conhecimento, eu me encontro em um momento lindo de descoberta e descortinamento da realidade que é muito, muito profundo.

A descoberta é simples, e para muitos, até bem antiga: Nós, cada um de nós, eu, você aí, o carinha andando de bicicleta lá na rua, nós todos somos aquilo que tem se denominado “Deus”.

E o desenvolvimento desta ideia pode ser simples, quando sabemos que nós somos os criadores da nossa realidade e de todas as realidades existentes.

Por quê criadores de “todas” as realidades? Ué, porque não existe nada que não seja EU.

Calma, não é uma egotrip, vou lhe explicar, …

Eu tive uma visão , certa vez, quando estava meditando, há vários anos, que foi o ponta-pé para a descoberta de tudo isso.

A visão era assim: abria-se uma cena, em que um palco era mostrado, e era um palco de marionetes.

Ali havia várias marionetes, centenas, mas eu só as via de perto, percebendo os fios por detrás delas, amarrados aos braços, pernas e cabeças.

Uma das marionetes, a que ficava no ponto central da cena toda, era EU.

Quando me apercebi daquilo, tomei um susto, porque eu me sentia primariamente no controle das marionetes, e foi um susto ver-me no palco.

Então, como se houvesse uma câmera que me mostrasse aquela cena, o ângulo se amplia e eu consigo ver o palco inteiro, com suas cortinas, tablado, telhado, o céu por sobre o telhado e etc.

Foi então que compreendi que eram os meus próprios braços que estavam controlando aquelas marionetes.

A câmera se afasta um pouco mais e eu consigo me ver e me sentir ao mesmo tempo: eu era o controlador daquelas marionetes todas, centenas delas, que estavam sendo controladas a partir de fios que vinham das minhas centenas de mãos. E aquela marionete central que reconhecia como sendo EU era a mesma pessoa que tinha todos estes braços e mãos e que controlava tudo, o que estava no palco e fora dele.

Ou seja, era EU a pessoa que criava as estórias, a música e a dança de todo aquele teatrinho ali, as filmagens todas e direção de palco, e também era EU a pessoa central que performava.

Combinando esta visão com o famigerado enunciado de que “nós somos os criadores da nossa própria realidade”, podemos chegar à conclusão simples (#sqn) de que o EU é aquele que cria tudo. Absolutamente TU-DO.

E nesta jornada presente, munida deste descobrimento máximo, eu vou tecendo um pouco desta minha narrativa humana aqui junto com você, para abraçar a consciência mais elevada.

Quando todos começamos a explorar a espiritualidade, começamos muitas vezes com as religiões: O que é Deus? Que religião mais reflete Deus? Qual o relacionamento das religiões com Deus? Onde está Deus?

Passamos então para a metafísica, quando muitos de nós buscam a expansão dos conceitos do que imaginamos que seja Deus. E nestes conceitos passam a ser incluídos os anjos, os guias, o Eu Superior, a alma…e nós nos relacionamos com essas energias, sentindo-as, muitas vezes palpavelmente.

Talvez muitas vezes pensemos que os anjos sejam os que nos enviam energias e proteções.

E assim, vamos explorando a relação entre a espiritualidade, Deus e todas as coisas a ele relacionadas, como os anjos, os seres iluminados de outras dimensões, mestres, guias, Eu Superior, enfim…tudo o que seja pertinente a este conceito de Deus e do Criador.

Quem está criando tudo isso? De onde vem esta energia? Onde fica a Mente-Onisciente? Onde estão todas as respostas? Estão nos Registros Akáshicos?

Sabemos que a energia de todas as coisas que consideramos sagradas estão disponíveis e somos nós que escolhemos as trazermos para a nossa vida sob todas essas formas.

Sabemos que somos os criadores da nossa própria experiência.

Mas o que isso implica, realmente?

Isso implica entrarmos na Consciência com “c” maiúsculo, pois o alcance desta consciência implica inevitavelmente abraçarmos o universo que cria toda esta energia, na ciência de que ela está, de fato, a nosso serviço.

Estamos acessando a liberdade suprema e nos tornando de fato O CRIADOR da nossa vida.

A liberdade suprema requer responsabilidade, ou seja, a total responsabilidade pela própria energia.

O que isso quer dizer?

Quer dizer que não existe mais a culpa no outro, ou na situação, ou no governo aberto ou oculto; não existe mais o receber energia dos anjos ou dos seres iluminados, e nem doar energia aos necessitados.

Isso implica dizer que começamos a nos conhecer enquanto O Criador, enquanto A Consciência que sabe que tudo o que existe, existe dentro de si e por causa de si.

Nós, cada um, somos aquilo que se chama Deus.

Os anjos, os guias e o Eu-Superior são lindas extensões da nossa própria consciência. Todos eles, os seres iluminados, os mestres, são todos extensões da sua, da minha própria consciência, verdade que demanda a consciência da sua, da minha total liberdade.

Isso implica assumirmos que a energia que cria mundos está sempre disponível a você, a mim, quando nos abrimos e permitimos que esta energia nos sirva.

Assim, não colocamos mais os filtros — os anjos, guias, mestres — quando nos tornamos conscientes de nós mesmos enquanto livres, enquanto O Criador de Tudo O Que Há.

Veja extensão disto às situações corriqueiras: Ah, se Deus quiser, eu vou conseguir arranjar aquele emprego….vou ganhar na loteria...vou conhecer aquele parceiro ou parceira…vou conjurar poderes e criar um governo amoroso...vou criar um mundo sem governo nenhum.

Você quer? Então Deus quer. Ponto.

Como Assim, Por Exemplo?

Isso quer dizer que você, eu, e o carinha lá na rua pedalando na bicicletinha, mais as árvores, as pedras, os animais e as casas somos A Consciência.

E A Consciência é tudo.

A Consciência é o que cria, e A Consciência é o que atrai energia. A Consciência é amor.

Quanto mais consciência tivermos, mais amorosos seremos. Quanto mais consciência tivermos, mais abertos nós somos. Quanto mais consciência tivermos, mais perdoamos os outros (que são nós). Quanto mais consciência tivermos, mais generosos seremos conosco e com os outros. Quanto mais consciência tivermos, mais saudáveis nós somos, mais abundantes nós somos, e quanto mais amorosos nós formos, mais conscientes nos tornamos.

Isso não quer dizer que as pessoas não possam estar na semi-inconsciência — achando que o outro e o mundo estão separados de si — e serem saudáveis, serem amorosas, serem abundantes. Mesmo neste estado de semi-inconsciência, a consciência já se manifesta.

Estamos falando de uma compreensão muito mais profunda acerca dA Consciência que existe em mim, em você e no carinha da bicicletinha enquanto O Criador, que permite e exerce a sua energia.

Quando eu, você e o carinha etc etc etc, neste momento, passamos do conceito de espiritualidade para o de Consciência com “c” maiúsculo, eu sei que tudo é uma extensão minha. E assim, começo a exercer a capacidade de ter, de fato, a maestria sobre a minha vida.

Eu (você, o carinha da bicicletinha) tenho assim o poder de assumir o meu lugar na távola dos Mestres Ascensos em qualquer momento em que decidir. Foi assim com Ramtha. E foi assim com inúmeros seres de que lemos a respeito, quando se trata da jornada de iluminação.

Você é tudo isso. Eu sou tudo isso. E o carinha da bicicletinha também.

Mas por ora, estamos aqui, nesta experiência de vida.

Gostaria que soubesse, leitor querido, que tudo está aqui para você, que tudo se encontra absolutamente disponível para você, e para mim, e para o carinha…

E eu sei que existe já uma parte de nós que sabe o que isso significa, porque já pode senti-lo. Mesmo que não saibamos ainda muito bem como explicá-lo ou articulá-lo, nós já o compreendemos.

Você pode sentir o mestre dentro de você…você pode sentir que toda consciência é uma extensão de você…você já percebe quando dá poder e permissão para toda a sua energia criativa, o mundo que se cria.

É apenas uma questão de adentrarmos este poder, o poder da Consciência com “c” maiúsculo e dizermos em nosso centro:

Mostre-me. Mostre-me. Mostre-me a mágica. Use-me nesta mágica.
EU SOU a mágica porque EU SOU o mestre.
EU SOU a mágica porque EU SOU o mestre.
EU SOU o milagre.
EU SOU a mágica.
EU SOU o mestre.

4 respostas para “Eu Sou o Mestre. Eu Sou a Mágica. Eu Sou o Milagre.”

Deixar mensagem para flaviacriss Cancelar resposta