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Mer-ka-bah: A Nossa Carruagem de Luz

Muito bem, leitor querido!

Eis-me aqui para completar o post anterior, que tratou brevemente do Merkaba.

Você pode encontrá-lo aqui, se ainda não o leu.

No presente artigo, pretendo expandir um pouco mais o que vimos anteriormente, muito embora não tenha a intenção de esgotar este assunto, jamais!

Existem inúmeros estudiosos do Merkaba nas mais diferentes tradições humanas e seus pontos de vistas são muito interessantes, que valem o ingresso em uma leitura mais profunda.

Escolhi abordar alguns pontos expressivos que me ajudam a fazer outras conexões com a atualidade do que já vivo nas meditações que pratico/pratiquei e que se interconectam com a universalidade do Merkaba, e que eu gostaria muito de dividí-los com você.

Então vamos lá! Abracemos a nossa Carruagem com a nossa mente consciente!

O Trono Celestial – A Carruagem

De acordo com a Enciclopédia Judaica a alegoria da concepção hebraica já nos pode dar a ideia da grandiosidade deste conceito: Merkabah seria o termo que denota o Trono Celestial de onde advém “Ma’aseh Merkabah1“, ou seja, a tradição relativa ao Trono-Carruagem celestial, de onde se tira a concepção de Yahweh2 cavalgando sobre querubins, ou pássaros de nuvens ardentes, sobre os céus ou nuvens.

Os inúmeros mistérios do Merkabah permaneceram propriedade exclusiva dos iniciados por séculos e foram preservados especialmente na literatura de Enoque do período pré-cristão, quando já era conhecido também como “Merkabah” nos “Livros de Enoque”. Parte desta sabedoria foi igualmente incorporada na literatura poética sagrada “payyeṭan-ḳedushshah” e também foi expressa em outros apócrifos antigos, como o Testamento de Abraão, o Ascensio Isaiæ, etc.

São encontradas nos citados documentos as descrições dos sete céus com suas hostes de anjos, os vários andares (pisos ascensores) do mundo, o trono divino acima, no céu mais elevado e etc. No entanto, uma característica notável, de acordo com os dados da mencionada enciclopédia, seria o fato de que os mistérios repousam na crença da realidade das coisas vistas sob um estado de êxtase provocado por abluções, jejuns, invocações fervorosas, encantamentos e outros meios, que são denominados de “a Visão do Merkabah”. Destarte, aqueles que se encontrassem sob esta estranha alucinação, que se imaginassem entrando na Carruagem Celestial e flutuando no ar, seriam chamados de “Yorede Merkabah”, ou seja, “aqueles que entram na carruagem em forma de nave” (Ver Enciclopédia Judaica).

Narram as escrituras que, na mencionada carruagem, os iniciados ascendem aos céus, onde, na luz ofuscante que os rodeia, contemplam os segredos mais íntimos de todas as pessoas e coisas, segredos que de outra forma seriam absolutamente impenetráveis e invisíveis.

Particularmente significativa é a natureza guerreira dos anjos que cercam o Trono-Carruagem: chamas saem de seus olhos; eles montam cavalos de fogo e estão armados com armas de fogo. Para poder passar por esses seres terríveis, o passageiro do Merkabah deve munir-se de amuletos ou selos contendo nomes misteriosos e para poder subir diante do Trono, ele deve recitar certas orações até que o próprio Deus a ele se dirija, se de tal bênção ele for digno.

Mer-Ka-Ba – A Carruagem de Luz Humana

De acordo com Drunvalo Melchizedek, “Mer-Ka-Ba” tem o mesmo significado em vários idiomas. Em Zulu, o termo é pronunciado como o fazemos em inglês e português. O líder espiritual dos Zulus, Credo Mutwa dizia que o seu povo chegou na Terra tendo vindo do espaço em um Mer-Ka-Ba.

Em Hebrew pronuncia-se Mer-Ka-Vah, e como vimos anteriormente, significa tanto o trono de Deus quanto uma carruagem, um veículo que transporta o corpo e o espírito humano de um lugar para outro.
Em egípcio, a palavra “Mer-Ka-Ba” é na verdade três palavras: Mer significa uma modalidade especial de luz, um campo de luz em contra-rotação; Ka significa espírito (humano, no caso da Terra); e Ba significa a interpretação da realidade, que aqui na Terra também se atribui ao corpo humano.

Poderíamos compreender a soma dessas palavras como um campo de luz em contra-rotação que interage e transporta o espírito e o corpo de um mundo para outro — muito embora o Merkaba seja muito mais, pois envolve o próprio padrão de criação através do qual tudo o que existe se originou.

Dito de outro modo, caro leitor, o Merkaba seria a estrutura da luz e da energia divina no corpo humano e em todas as outras formas de vida animadas e inanimadas tanto neste universo como em todos os outros. Girando e expandindo-se em todas as direções simultaneamente, o Merkaba nos equilibra e restaura perfeitamente enquanto nos conduz à vida por que mais ansiamos.

O movimento do Merkaba influencia as dimensões físicas e espirituais e afeta a nossa percepção da realidade do tempo/espaço.

Sabemos ainda que ele pode ser ativado para se alinhar com a verdade da nossa alma, para que nos tornemos a nossa melhor versão, aquela mais sintonizada com o nosso Eu Maior dentro do holograma da Terra.

Sobre Geometria Sagrada

Parecendo muito complicado à primeira vista como símbolo de outro planeta, a forma do Merkaba apresenta um corpo geométrico tetraédrico em forma de estrela tridimensional de 8 pontas, composta de duas pirâmides que giram em rotação contrária, sendo que uma tem o seu cume apontado para cima e a outra tem o cume apontado para baixo. Esta disposição serve para equilibrar a energia masculina e a feminina e transmitir a energia da Fonte para o reino físico, representando o mantra “assim na Terra, como no Céu”.

A pirâmide apontando para cima nos reconecta com a energia universal celestial e representa o yang, ou seja, o princípio positivo na natureza e a energia masculina. A pirâmide apontando para baixo se conecta à terra e ressoa com o yin, ou seja, o princípio negativo na natureza e a energia feminina.

No entanto, é pertinente esclarecer, caro leitor, como Drunvalo aponta, que nós podemos recriar ou ativar o nosso corpo de luz sem termos nada deste conhecimento. Podemos recriá-lo somente com amor e fé, por exemplo, e para alguns de nós, esta seria mesmo a única maneira, já que nem todos estamos preparados para conhecer os detalhes mais matemáticos de toda esta experiência nesta vida.

A grande verdade é que o nosso Eu Maior conhece todos estes processos. E se por algum motivo este assunto não lhe desperte a curiosidade e desejo de experiência, é porque existe algo além que você pode experimentar primeiro. O desejo do seu coração é o sussurro do seu Eu Superior, portanto, fique com ele, sempre.

Buscando dar um apanhado mais geral, vou-lhe apresentar a geometria sagrada fundamental relacionada ao nosso Merkaba.

Entendendo a geometria que o Merkaba contém…

A Flor da Vida

Claramente, vide figura acima, podemos perceber que o Merkabah é a forma mais evidente de Geometria Sagrada que conhecemos.

No entanto, a forma do Merkaba fundamenta-se na Flor da Vida, cujo modelo guarda a estrutura de todos os sistemas de energia do corpo, incluindo o do próprio Mer-ka-ba.

Por sua vez, a Flor da Vida é composta de infindáveis ciclos sobrepostos que abrigam todas as realidades possíveis do universo. E Eis a razão de ela ser tão poderosa — a Flor da Vida está profundamente conectada a cada um de nós em nível essencial.

Porém, mais do que a expressão primordial da forma humana, a Flor da Vida contém também os modelos fundamentais do espaço e do tempo.

Como afirma Crawford em Numerologist, o design da Flor da Vida pode ser visto em padrões por todo o mundo. Na verdade, acredita-se que TODO e QUALQUER padrão possa ser criado a partir deste padrão da Flor da Vida, uma vez que ele dá a base da espiral de Fibonacci…e tem um imenso valor religioso, que foi usado em civilizações antigas, incluindo a do antigo Egito.

E se o estendermos à configuração das nossas próprias almas, este padrão também pode guardar o mesmo tipo de informação que os Registros Akáshicos.

o Fruto da Vida

Como afirmamos acima, a Flor da Vida gera a abrangência dos padrões que se encontram no mundo. Assim, a partir dela, também é criado este outro símbolo importante, o Fruto da Vida.

Esta formação geométrica é composta por 13 círculos e é considerada a base da estrutura molecular de todas as formas de vida. O número 13 é também o símbolo da unidade e da transição entre realidades e dimensões.

o Cubo de Metatron

O Cubo de Metatron é criado a partir da conexão entre os centros dos círculos do Fruto da Vida com linhas retas.

Esta forma traz um equilíbrio entre a energia feminina (círculos) e masculina (linhas), além de conter todos os sólidos platônicos, incluindo os tetraedros que formam o Merkaba e todos os outros sistemas de energia do nosso corpo.

Encontrando o seu Merkaba

De acordo com o site Numerologist, é de conhececimento geral que o tamanho do nosso Merkaba depende da abrangência da nossa percepção.

O que isto implica? Bem, é dito que se pudermos sentir todo o universo, então poderemos ampliar o nosso Merkaba para que ele contenha todo o universo.

Assim, o Merkaba representa a maneira como percebemos a nós mesmos e o universo. Se tivermos o conhecimento interior de que somos seres multidimensionais, livres do tempo ou do espaço, então o nosso Merkaba será tudo isso.

O Merkaba é uma representação geométrica do campo energético maior que envolve o nosso corpo, que se estende muito além do nosso campo áurico.

Vamos imaginar que, em termos de frequências vibratórias, sejamos como um arco- íris: estendendo-se para fora do nosso campo áurico existe o campo etérico, e mais longe temos um imenso campo de energia em forma de disco, que se expande por mais de 15 metros de diâmetro quando totalmente ativado.

Um detalhe é importante, para deixar tudo um pouco mais confuso: esses vários e vastos campos energéticos não estão “fora” de nós exatamente, eles nos SÃO.

A imagem abaixo serve para ajudar a imaginação, no entanto a silhueta humana estaria imbricada, emaranhada, fazendo parte intrínseca dessas linhas de energia; jamais estaria destacada desta forma, como se estivéssemos separados dos campos energéticos, percebe?

Lembremo-nos que somente os nossos olhos humanos podem “ver” a nossa forma humana desta maneira, ou seja, da maneira humana 🙂

Esta informação é mais do que importante, amado leitor: quando o Merkaba está fluindo em seu nível ideal, os dois tetraedros giram incrivelmente rápido em direções opostas, criando uma estrutura leve que pode realizar tarefas aparentemente impossíveis nesta dimensão 3D, como viagens interdimensionais e interestelares.

Como vimos, o Merkaba é de fato um veículo de luz usado pelos mestres ascensos para alcançar aqueles que estão alinhados com as vibrações mais elevadas da existência.

E sabe da última? Eu, você e todos nós humanos já somos mestres ascensos. A prova disto é que estamos há eras aqui neste “Projeto Terra”, trabalhando para a elevação da consciência do planeta. Alguns ainda não se lembram disso, outros já estão tendo um vislumbre…

Pois bem, quando o nosso Merkaba está ativo, estamos sintonizados com a energia da Fonte, conectados à matriz viva do universo, o nosso DNA está desperto e o potencial de viagem no tempo torna-se uma realidade possível. E também é desta forma que o nosso corpo é capaz de se curar autonomamente, que são aquelas chamadas curas milagrosas, remissões espontâneas e coisas do tipo. E desta forma nos tornamos ilimitados, uma vez que a nossa consciência não está mais atrelada puramente à fisicalidade.

Quando o nosso campo energético assume esse padrão, é um sinal de que podemos acessar as outras realidades dimensionais.

Os Chakras em nossa Estrela

Já nos ensina Drunvalo Melchizedek que os tais oito chakras que percorrem os nossos corpos têm várias duplicatas no espaço ao redor deles, que são esferas de energia variadas em termos de tamanho, de acordo com o tamanho da pessoa.

É interessante que o raio dessas esferas tem o mesmo comprimento da medida da mão de uma pessoa, contando a partir da ponta da ponta do dedo mais longo (que geralmente é o médio, nos seres humanos) indo até a primeira ruga do pulso.
Essas são esferas reais de energia que estão localizadas mesmo nas pontas da estrela tetraédrica que existe ao redor do nosso corpo no espaço.

E sabe o que elas são, amado leitor? Essas esferas de energia são, na verdade, os nossos chackras “duplicados” no espaço ao redor do nosso corpo.

Não é fantástico isso? E tem mais! Drunvalo diz que nós podemos até detectar ou sentir essas esferas quando estamos abertos e perceptivos nesta área maior esférica da nossa energia, que está sempre conosco. Cada um dos nossos chakras centralizados no nosso corpo teria como um ponto mais preciso, muito pequeno, localizado exatamente no centro e no ápice de
cada ponto da nossa estrela.

Parece difícil de imaginar, mas a figura abaixo constante do livro de Drunvalo (p.319) pode nos ajudar a visualizarmos melhor estas esferas.


E uma dica: se puder, caro leitor, mantenha essa figura na sua câmera do celular, para você ir se acostumando com a ideia destes campos e ir se abrindo para a possibilidade desta experiência.

Descobrindo as Verdadeiras Localizações dos Chakras no Corpo Humano


No livro mencionado de Drunvalo consta o resultado de uma experiência que ele realizou com uma equipe com o intuito de observar o corpo humano através de um scanner especial que detecta por imagem as emissões moleculares dos corpos. Através deste equipamento, eles conseguiram ver as microondas que eram emitidas a partir de cada chakra e localizá-los no corpo mais precisamente.

A grande surpresa foi que a imagem das ondas de energias que saem dos nossos chakras constatou que os chakras nem sempre estavam localizados onde os livros apontavam. Por exemplo, muitos livros estabelecem que que o décimo-terceiro chakra estaria localizado em algum ponto entre quatro a seis dedos acima da cabeça, mas a equipe de Drunvalo constatou que não havia nenhuma emissão energética ali.
Eles descobriram que na verdade, o décimo-terceiro chacra está a um palmo acima do topo da cabeça.
Outra diferença que encontraram foi em relação ao terceiro chakra do sistema de 8 chakras. De acordo com a maioria dos ensinamentos das artes marciais e muitas filosofias hindus, o
o terceiro chakra está localizado a um ou dois dedos abaixo do umbigo. Porem, as imagens do scanner da equipe de Drunvalo mostraram que não há nenhuma ação energética ali… nada!
Eles o encontraram no centro geométrico absoluto do umbigo.

Mapa dos chakras na superfície corporal

Os egípcios afirmam, em relação ao sistema de 13 chakras, que os vórtices de energia são encontrados na superfície do nosso corpo e estão distribuídos de forma bem uniforme.

Drunvalo aponta que os nossos chakras atuais não estão uniformemente espaçados dentro do tubo de respiração, mas que os pontos de entrada deles estão uniformemente espaçados sobre a superfície do nosso corpo.

E pasme, leitor: esses pontos de entrada estão separados exatamente pela medida da distância entre os centros dos nossos olhos. A medida da distância entre os olhos no corpo humano é igual à medida da distância entre a ponta do nariz e o início do queixo, por exemplo. E esta medida é repetida em vários outros lugares importantes do nosso corpo. No entanto, se você estiver acima do peso, essa correspondência pode não funcionar direitinho, mas sempre é bom tentar.

Se quiser calcular os pontos de entrada da energia no seu corpo, você pode fazer este exercício: pegue esta distância entre os centros dos olhos como sendo a sua unidade de medida e, em seguida, deite-se sobre uma superfície plana e dura como o chão. Então coloque um dedo no períneo. Isto localiza o chakra de sobrevivência, o primeiro chakra. (o períneo é a porção de pele localizada entre o ânus e a vagina nas mulheres, e entre o ânus e o escroto nos homens.).

Você mede a partir dalí usando a sua unidade de medida, por sobre a superfície do seu corpo, e vai marcar o seu segundo chakra — o chakra sexual — que está localizado no osso púbico ou logo depois dele.
Continuando a mensuração, meça a partir do chacra sexual usando a sua unidade de medida, e você logo descobre que o seu dedo cai direto dentro do umbigo, localizando o terceiro chakra.
Medindo além do umbigo, o seu dedo irá parar na boca do plexo solar, que é o quarto chakra do sistema de 13 chakras.
Quando sobe mais um pouco, usando a unidade de medida, você chega ao quinto chakra, que é
o chacra Crístico, o primeiro chakra do coração. Ele está localizado um pouco acima do osso esterno.
Fazendo a próxima medida, você percebe que ela marcará exatamente o sexto chakra, que é o segundo chacra cardíaco. O primeiro chacra cardíaco, que é mais primal, é o centro do amor incondicional universal por toda a vida. É amor a Deus.

No entanto, o sexto chakra é o amor por uma parte da vida. Se você se apaixonar por uma pessoa, sentirá este amor neste centro mais acima. Mesmo que você se apaixone pelo planeta, este amor ainda é parte da realidade, então você o sentirá no coração superior.


Continuando com a mensuração – lembrando que você deve estar deitado em uma superfície plana — você descobrirá que o seu dedo atingirá o pomo de Adão, se você tiver o corpo biologicamente masculino; se for biologicamente feminino, é um pouco mais difícil de perceber.
Com a próxima medida, você tocará seu queixo, que é chackra número oito. O ponto do chakra no queixo é extremamente poderoso, e de acordo com Drunvalo, e este fato é raramente mencionado na literatura especializada.

Continuando a medir a partir do queixo usando a sua unidade de medida, você alcançará o nariz, que é ponto do nono chakra.
E quando fizer a próxima medida, você tocará o seu terceiro olho, o décimo
chacra.
Meça mais uma vez e logo acima do topo da sua testa você encontra o décimo primeiro chakra, em um lugar que Drunvalo chama de chakra de 45 graus (ver figura abaixo).


Com mais uma medida, o seu dedo marca o topo de sua cabeça, tocando o chacra coronário, que é o chakra número doze.

A partir dele, a um palmo acima da sua cabeça, você encontra o seu décimo terceiro chakra, que significa o fim deste sistema e o início do próximo.

Segundo Drunvalo, este é um lugar crucial, porque é quando nós saímos de um mundo ou dimensão e vamos para a outra.

Sistema de 13 Chakras

Exercício Breve de Ativação do Merkaba

Vamos fazer um breve exercício para irmos treinando esta conexão mais do que importante com a nossa Carruagem de Luz, amado leitor?

Este abaixo é um exercício breve, que consta do website Numerologist.

O exercício que Drunvalo Melchizedek recebeu de seus anjos-guia e ensinou ao seu mentor Thoth para que ele ensinasse aos demais discípulos (é aquele mesmo que você está pensando! Drunvalo tem mesmo super amigos :-)) ficará para um próximo post, pois é uma experiência de meditação mais longa, com 17 respirações.

Mas esta experiência abaixo é bem mais simples e já serve muito bem como base para a uma aproximação suave da sua Carruagem de Luz primordial.

Vamos a ele.

1. Sente-se confortavelmente em um local calmo

2. Feche os olhos e inspire por um minuto (ou menos) paz como uma luz branca, expirando toda a tensão como uma nuvem escura.

3. Visualize a pirâmide da energia masculina ao redor do seu corpo, começando nos joelhos e estendendo-se acima da sua cabeça .

4. Visualize a pirâmide da energia feminina que começa nos ombros e se estende até abaixo dos pés

5. Comece a ativar as duas pirâmides para que elas girem em direções opostas

6. Ao imaginá-las girando, veja que elas criam um campo de luz ao redor do seu corpo, e este campo de luz vai ficando cada vez maior

7. Inspire e expire lentamente, imaginando ou projetando o padrão circular deste campo de luz

8. Pense em como você gostaria de programar seu Merkaba e defina as suas intenções (veja abaixo algumas sugestões de programação).

9. Lentamente, vá retirando a sua atenção do seu Merkaba e visualize a sua aura com uma aparência saudável.

10. Volte para o seu corpo e depois para o local em que estiver.

11. Bem-vindo de volta!

PROGRAMando o SEU MERKABA

Eis algumas sugestões bem simples para a programação do seu Merkaba, na meditação sugerida.

Você pode programar seu Merkaba para a filtragem de energias, proferindo afirmações como:
“Querido Merkaba, por favor, crie uma bolha de energia ao meu redor, que filtrará todas as energias que chegam até mim, de forma que a única energia que por ela passe seja o amor.”

Você também pode se conectar a lugares com seu Merkaba:

“Querido Merkaba, por favor conecte-me às energias da pirâmide Quéops em Giza para que eu sinta a força do seu alinhamento com as energias divinas.”

Você pode pedir ao Merkaba para lhe ajudar com outras dimensões:
“Querido Merkaba, por favor, simplifique todas as mensagens que recebo da minha alma/Eu Superior para que eu possa entendê-las melhor.”

Eis mais uma sugestão de progração muito linda:
“Querido Merkaba, por favor, traga a abundância de luz, amor, risos e alegria de viver para a minha vida, para que eu sempre tenha tudo o que deseje com facilidade e graça.”

Essas suagestões são simples, e você pode fazer uma lista com as sua afirmações preferidas para este exercício, criando as mais belas experiências para a sua vida.

A nossa vida na Terra pode se ampliar muito com esta nova ( e antiquíssima) perspectiva. E como diz nosso amigo Drunvalo, se você tem estado na Terra já há vários anos e não veio recentemente de algum outro lugar, o seu seu Mer-Ka-Ba está adormecido há 13.000 anos.

Ou seja, já faz muito tempo que seu corpo não tem tido esta experiência.

Este exercício pode ser um bom começo de uma longa e maravilhosa relação. Junto com a prática respiratória ensinada por Drunvalo, que como disse, apresentarei em um outro post, você irá conseguir restabelecer o Mer-Ka-Ba vivo ao redor do seu corpo.

Lembre-se do seguinte: essa prática muito se assemelham com a propulsão de uma roda há muito tempo parada, que tem que ser girada de vez em quando para que mantenha-se girando.

Com o Mer-Ka-Ba, no entanto, o exercício repetido do giro vai começar a ganhar uma vida própria, e chegará um momento em que o giro continuará indefinidamente.

Mas é preciso tempo, paciência e dedicação, como tudo nesta vida.

Fico por aqui, desejando a você lindos giros e muito amor!

Até a próxima!


  1. O Ma’aseh Merkabah é um texto místico judaico de língua hebraica que data do período Gaônico e compreende uma coleção de hinos recitados pelos “descendentes” e ouvidos durante sua ascensão. Faz parte da tradição do misticismo Merkabah e da literatura Hekhalot. . ↩︎
  2. Yahweh, nome do Deus dos israelitas, representando a pronúncia bíblica de “YHWH”, o nome hebraico revelado a Moisés no livro do Êxodo. O nome YHWH, que consiste na sequência de consoantes Yod, Heh, Waw e Heh, é conhecido como tetragrama. ↩︎

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