Bashar – Download

Esta palestra de Bashar é a primeira parte de uma “grande aula” sobre os mecanismos de materialização da realidade desejada (ou indesejada) em nossa vida, neste planeta em que vivemos.

Neste vídeo que anexei abaixo, Bashar fala sobre como recebemos as informações do Universo e as processamos em realidades, considerando nosso mecanismo cerebral e sua fisiologia sob sua perspectiva.

No vídeo seguinte — Take Action — que nada mais é do que a continuação deste assunto (Download) ele explica especialmente a questão da materialização consciente, como anexarei posteriormente, com tradução e comentários.

Neste Post procurarei compartilhar as ideias básicas da primeira parte ,  “Download” ou “carregamento de informações”,  uma expressão geralmente usada quando temos a intenção de “puxar” ou copiar dados de algum arquivo localizado na internet, por exemplo, para o nosso computador. Imaginemos que o nosso computador para a palestra em questão seja o cérebro, ok?

Então vamos lá!

A ideia de “download” transmitida por Bashar é a forma como ideias, conceitos, informações vêm da Mente Superior através do nosso cérebro físico até a mente física e então são experienciadas de maneira física, em nossa realidade.

Vamos retomar, com Bashar, estes três componentes: Mente Superior, cérebro físico e mente física, ou a Construção da Personalidade, se preferirem. Assim se dá todo o mecanismo:  a  ideia  vem da Mente Superior — que é a idealizadora — o cérebro físico é o “receiver” ou receptador e a mente física é a “perceptora” ou a que percebe a realidade como resultado da aplicação da informação “baixada” da Mente Superior. Qualquer coisa que acreditamos que seja uma “inspiração”, uma “ideia”, uma “concepção” ou uma “criação” não se origina na mente física, na verdade é originada na Mente Superior para então ser”baixada” através do cérebro físico e então é, em certo sentido, “construída” no cérebro físico, de uma forma neurológica, neuroquímica e neuro-elétrica para ser criada na mente física que então tem a percepção, a experiência, a resposta ou a aplicação daquilo que chamamos “realidade física”, dessa forma criando a inteira experiência, ou o evento inteiro.

A questão aqui a ser destacada é que quando  nos abrimos para receber a informação através deste conduíte de imaginação que funciona através do receptador do cérebro, podemos nos tornar mais sensibilizados às ideias vindouras ao recebermos as informações em alta frequência, mais densamente compactadas –isto é, como níveis elevados de informações, conhecimento elevado ou perspectivas mais amplas — e isso pode se dar de várias formas.

Como explica Bashar, existem várias ferramentas para tal, várias técnicas. Existe inclusive o ” lapso” de permissão que podemos nos dar, baseado em nosso sistema de crenças em relação àquilo que funciona para cada um de nós, que faz com que possamos nos dar a permissão para nos abrirmos para receber as informações e aplicá-las de forma mais criativa, mais construtiva ou mais positiva. Nesse sentido, não há uma forma ou ferramenta mais específica, ou um ritual que funcione melhor do que outros; simplesmente se trata daquilo que funciona melhor para cada um de nós. Qualquer coisa que nos sintamos impelidos a usar e que funcione como um “lapso” de permissão pode ser assumida como sendo nossa “combinação vibracional”. Nos sentimos atraídos por algo com alguma razão, e se trata da “frequência” que atinge algum “acorde” em cada um de nós, sendo que esses “acordes” podem divergir de pessoa para pessoa.

Porém, a intenção de Bashar é fazer com que nós realmente entendamos o mecanismoaquilo que acontece ou como a informação, que está localizada em uma Dimensão Superior– onde a Mente superior se localiza — pode, de verdade, ser  “traduzida” através do cérebro para mente física, para formar essa “construção artificial” que chamamos de “personalidade”, que passa a realizar a percepção ou a experiência, e assim como acontece de maneira geral.

Em nosso cérebro físico existe um ponto nodal ou um nódulo que denominamos de Glândula Pineal. Este é, de várias formas, representado pelo nossa sociedade ou por aqueles que o reconhecem e eufemisticamente o chamam de “morada da alma”. Bashar procura salientar que esta glândula é a interface neurológica e neuroquímica que permite a tradução de informação da mais elevada vibração no cérebro, de tal maneira que a mente física pode ter acesso a ela e então usar tal informação traduzida para criar a experiência física.

Como funciona isso?

Bashar explica: a ideia é que a Glândula Pineal produz certos transmissores neuroquímicos; primariamente, entre eles, existem aqueles que denominamos dimetiltriptamina, serotonina e melatonina. Assim, o neurotransmissor dimetiltriptamina — que é o mais primário dos transmissores neuroquímicos — é uma substância vibracionalmente acionada para receber vibrações de frequência mais elevada. Quando tais vibrações de frequência mais elevada são dirigidas para o cérebro pela Mente Superior– diretamente para dentro do cérebro– a Glândula Pineal regula a quantidade de dimetiltriptamina que eufemisticamente é denominado de DMT e que é naturalmente produzida no cérebro que também regula sua quantidade apropriada para a recepção daquela informação de vibração elevada, assim como também regula a quantidade apropriada para a concentração da mente física em realidade física.

Bashar esclarece ainda, para não termos mais dúvidas:  a Glândula Pineal regula essas molécula e a sua vibração para determinar exatamente como e em que grau nós estamos ou não concentrados na realidade física ou não-física, funcionando como um “porteiro”, como o “regulador” ou como o “botão do dial”.

Fantástico, não?

Na “aula” seguinte Bashar fala sobre a segunda parte desse processo: a ação!

Tradução e comentários meus (Flávia Criss), Jan/2010.

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