A Medicina do Terceiro Milênio – parte final

A Epigenética

A Epigenética é um ramo da genética que estuda a influência do ambiente na expressão dos genes (leia mais aqui).

Estudiosos desse campo, denominados “epigeneticistas”, descobriram que cada informação contida em todas as células é ativada e modificada por algum coisa que não está lá dentro da célula, mas sim fora dela. Todos os sinais modificadores advêm de fora, a partir do ambiente e não de dentro das células.

Um gene seria basicamente um modelo para a formação da molécula de proteína, que contam mais de 100.000 em nosso corpo.  Essas moléculas de proteína são os blocos que formam a biologia, a estrutura, o funcionamento do nosso corpo e o nosso comportamento.

Para os pesquisadores, há dez anos o modelo dos genes era concebido como um pedaço imutável de informação que seria usado para fazer uma proteína. A nova ciência é extraordinária, pois revela que através dos mecanismos epigenéticos, ou seja, que consideram a influência do ambiente na expressão dos genes, podem se produzir mais de 30 mil variações diferentes de cada modelo de gene. Assim, é possível perceber que todos nós temos potenciais ilimitados, já que essa descoberta muda totalmente o jogo em relação àquela crença de que os genes eram os que determinavam todas as nossas características humanas.

Antes, os genes eram deterministas; agora, os genes são possibilidades.

O Professor PhD em Biologia da universidade de Cambridge, Ruppert Sheldrake, declara que se levarmos em conta apenas o nível molecular, o projeto Genoma Humano já revelou que temos em nosso corpo cerca de 25 mil genes, ou seja, um número muito menor do que se esperava originariamente. O projeto Genoma do chimpanzé que já está sequenciado se mostrou praticamente o mesmo que o nosso, pois consta do mesmo tipo de proteínas. Ou seja, dificilmente pode-se indicar a diferença entre humanos e chimpanzés. Dito de outro modo: muito embora haja uma diferença óbvia entre nós seres humanos e os chimpanzés, essa não pode ser expressa em termos dos nossos genes.

Então, como é possível explicar as diferenças? Dr. Sheldrake já respondeu lá no vídeo: através dos campos morfogenéticos.

E ele explica: assim como podemos construir dois prédios diferentes com os mesmos tijolos e o mesmo cimento, o mesmo acontece com os nossos genes e os dos chimpanzés. Ou seja: se tivermos projetos diferentes construiremos organismos diferentes com campos morfogenéticos diferentes, mesmo se as suas moléculas constituintes forem muito similares, como acontece entre nós humanos e os chimpanzés.

O DNA é como uma biblioteca que contém todas as proteínas possíveis, desde as da minhocas até as nossas. Todas essas proteínas que seriam os livros, no exemplo da biblioteca, se encontram naquele mesmo lugar. O pulo do gato é na verdade saber qual livro devemos pegar. E esse é o grande problema da Genética: ela tenta explicar como um determinado corpo sabe qual livro ele deve pegar na biblioteca genética.

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Biologia do Desenvolvimento

Os pesquisadores do campo da Biologia Evolucionária, no entanto, acreditam que é o campo corporal ou o campo morfogênico que decide qual a porção do DNA que vai ser pego ou expresso na configuração do organismo vivo.

Eles explicaram que existe com se fosse uma “hierarquia”de campos energéticos que organizam nosso corpo humano, assim ó: tem o campo energético do corpo inteiro, depois vem o campo energético dos órgãos, depois o campo dos tecidos, depois os inúmeros campos energéticos das células e assim por diante.

Todos esses campos estão dentro e ao redor do nosso corpo, pois há um campo mais “geral”(o do corpo inteiro) e vários campos “subsidiários” (os dos demais organismos), além dos campos “modulares” para os braços e pernas e diferentes órgãos. A grande vantagem desse campo mais geral  é o fato de ele ser  intrinsicamente holístico, ou seja, todos os campos com os quais ele interage também são todos holísticos (para saber mais sobre holismo, leia aqui).

Por exemplo, não se pode cortar uma fatia só do campo gravitacional. Porém se cortarmos um platelminto (lembra dele? Ah, eu sabia que ele servia pra alguma coisa ;-P) em 10 pedaços, cada um deles vai dar origem a um novo verme.

Como isso é possível?

Com as máquinas não acontece assim, mas com algumas coisas sim, olha só: se cortamos um ímã, ou seja, um sistema que tem um campo (o magnético), então teremos vários pedacinhos de ímã, cada um deles dotados de um completo campo magnético.

E foi exatamente essa analogia com o campos magnéticos que levou os biólogos que estudam desenvolvimento a sugerir a ideia dos campos morfogenéticos, isso lá atrás, na década de 1920. Esse campo agora é um conceito crucial na Biologia do Desenvolvimento, pois não é possível entender realmente como os organismos se desenvolvem sem partir dessa ideia.

Campos de Controle

Assim, todos nós, os seres humanos começamos a vida como uma única célula que cresceu e se dividiu, transformando-se nos vários órgãos e membros do nosso corpo. Mas como é que todas essas células “sabem”o que elas irão formar no corpo humano? Essa questão é a pedra de toque da ideia de “campos de controle”, na Biologia.

Os cientistas já descobriram que existem partes diferentes do campo corporal, algumas delas se relacionando com a formação dos músculos ou do tecido conjuntivo, enquanto outras partes desse campo corporal se relacionam à formação do cérebro e do sistema nervoso. Ainda tem uma outra parte, porém, desse campo corporal que se relaciona com a formação do DNA e informação genética do nosso corpo.

Tais descobertas se interligam à medicina em várias das suas questões, pois propõem um maior aprofundamento desses conceitos. Assim, esses campos energéticos são capazes de gerar todas as informações necessárias para o controle do corpo, por exemplo: que temperatura o corpo tem que manter e como ele sabe disso? Ou qual é a pressão sanguínea correta para determinado indivíduo?

Como a ideia é centrada na holística, os cientistas acreditam que seja o campo corporal o que irá decidir entre todas as opções. Os campos morfo-genéticos ou campos de informação são sistemas de controle que estariam situados idealmente acima dos níveis molecular e bioquímico e seriam responsáveis pelo desenvolvimento dos organismos e pela organização do corpo. Todos os animais e plantas possuem campos morfo-genéticos ou de informação, pois tais campos são a energia que mantém a forma dos corpos e o que os ajudam a recuperar-se de doenças ou ferimentos. Também são os campos morfo-genéticos que acentuam a regeneração, por exemplo. E os cientistas vão mais além ao afirmarem que o que o corpo humano faz, na verdade, é elaborar informações, ou seja, o corpo humano é em si um campo de energia de ondas permanentes, imobilizadas e escalares que proporcionalmente organizam, estruturam e contém uma grande quantidade de informação. Assim, seria interessante e necessário que os pesquisadores pudessem contar com um modelo de corpo humano baseado no campo morfogenético se houver mesmo o interesse em integrar diferentes formas de cura e compreendê-las de maneira coerente.

Para fixar o conceito, vou repetir: o campo corporal é um campo energético repleto de padrões de informação. Todos os órgão em nosso corpo geram seus próprios e específicos campos, porém…..tcham tcham tcham tcham….existe um órgão em particular que gera vários campos de energia significativos que influenciam o corpo inteiro. E este aparente “imperador” é, nada mais, nada menos do que o nosso querido e amado amigo coração. O  fígado e todos os outros órgãos têm outras tarefas, mas o que governa tudo parece mesmo ser o coração (aiiiinn que fofo, né?).

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Cardiologia Genética

Segundo James L. Oshman, PhD em Biofísica e Biologia Celular, já existe um conceito em medicina energética denominado “cardiologia energética” que estabelece que todos os sinais produzidos pelo coração são  “inputs”de natureza regulatória.  O nosso coração está constantemente emitindo sons, ondas de pressão, de calor, de luz, ou seja, sinais elétricos, magnéticos e eletromagnéticos.Todas as células do nosso corpo estão constantemente recebendo todos esses tipos distintos de sinais em momentos diferentes, posto que circulam em diferentes velocidades através do nosso sistema circulatório. Porém o coração gera seguramente o sinal rítmico eletromagnético mais forte do nosso corpo e esse campo magnético funciona como uma onda portadora que é modulada com informações. Através dos experimentos realizados em laboratórios, o Dr. McCraty, Diretor de pesquisa do Instituto HeartMath, afirma que é possível atestar claramente que as informações que modulam as ondas do coração mostram padrões de natureza emocional. Ou seja, se estivermos nos sentindo irritados ou frustrados, essas informações emocionais estarão impressas no campo magnético; mas outros padrões bem diferentes são impressos quando sentimos amor, carinho ou compaixão por algo ou alguém.

Foi constatado também que o nosso coração tem padrões ritmados de batimento que podem ser coesos ou harmoniosos (coerentes) ou não coesos e em desarmonia (incoerentes). Tais padrões estão intimamente relacionados às nossas emoções ou ao modo como nos sentimos. Quando o padrão rítmico de batimento do coração é suave e organizado, é chamado de ritmo coerente e este sincroniza o ritmo do cérebro, do sistema nervoso, dos órgãos do corpo e suas glândulas, todos dançando em harmonia com o ritmo coerente do coração. Assim, as emoções positivas como o amor, a admiração, o carinho, o perdão e a gratidão orientam um ritmo cardíaco muito diferente daquele gerado pelas emoções negativas como a raiva, a irritação e a ansiedade, que geram o ritmo cardíaco incoerente, causando uma tremenda desordem em seus padrões rítmicos, desordem essa que é levada para o cérebro.

Assim, tudo efetivamente começa com o coração e se transporta pelo coração. Quando sentimos a nossa pulsação, o que estamos sentindo na verdade é a onda de pressão criada pelo nosso coração batendo, não é o fluxo de sangue não, sabia? Então, toda vez em que o nosso coração bate, essa onda de pressão percorre o nosso corpo até o nosso cérebro. Uma vez lá, essa onda de pressão sincroniza todos os nossos neurônios e teríamos grandes problemas se o nosso cérebro não recebesse esse sinal sincronizador que nos confere basicamente um efeito de sincronização geral. Quando uma pessoa está com batimento cardíaco coerente, conseguimos muita vezes sentir o seu amor, a sua compaixão ou a sua gratidão sendo irradiados. Portanto, coerência é o estado fisiológico ótimo que sustenta o aprendizado e o desempenho e facilita os processos regenerativos naturais do corpo.

E ainda tem mais, haja coração! Este querido órgão tem o seu próprio sistema nervoso intrínseco que pode sentir, lembrar e processar informações independentemente do cérebro. Nós sempre pensamos que o sistema de entrada de informações era o nosso cérebro, não é mesmo? Pois não é não. Os pesquisadores do Instituto HeartMath recentemente descobriram que na verdade é o nosso coração quem primeiro recebe as informações e as libera para o cérebro. Estudos também mostram que o coração responde mais rápido do que o cérebro a estímulos externos.

Um dos testes mais recentes efetuados nos laboratórios do HeartMath consistiu em observar o que denominaram “Eletrofisiologia da Intuição”. Um estudo prévio havia indicado que o corpo responde de certa forma, como se pudesse “prever” um evento futuro, se este fosse emocionalmente significativo e relevante para o indivíduo em teste. Assim, para o estudo da Eletrofisiologia da Intuição, os indivíduos participantes foram ligados a diversos sensores que registravam as atividades de suas ondas cerebrais, as atividades de seus corações e as interações entre coração e cérebro. Os indivíduos sentavam-se à mesa do computador, apertavam um botão e os pesquisadores então começavam a registrar suas atividades fisiológicas. Fotografias eram apresentadas na tela do computador nos 6 a 8 segundos seguintes. As fotos variavam entre os dois polos opostos no espectro das emoções, por exemplo: fotos de vítimas de acidentes de carro, de cobras atacando pessoas e outras imagens geralmente perturbadoras, por um lado, e para o outro polo do espectro, foram apresentadas imagens com flores e por-do-sol. Detalhe: as fotos eram mostradas aleatoriamente aos participantes, selecionadas pelo computador depois dos designados 6 ou 8 segundos.

Você já adivinhou os resultados, né? Pois é, eu também. Mas para eles naquele momento, foram uma completa surpresa. Acontece que o corpo de cada um dos participantes reagiu muito antes da imagem ser apresentada na tela do computador. E não foram simplesmente os corpos que reagiram antes da operação, mas quem primeiro respondeu foi o coração, em cada um dos indivíduos. E tal resposta não foi somente a mais rápida, mas o sinal que o coração de cada um enviou aos respectivos cérebros variou muito, dependendo do conteúdo emocional da imagem. Então, os pesquisadores observaram que a partir dos sinais que os corações dos participantes enviavam aos cérebros, estes emitiam determinadas respostas dependendo do conteúdo emocional da imagem, que eram transmitidas aos corpos que então reagiam depois de manifesta em sua consciência.

Portanto, o fluxograma dessa troca intuitiva de informação seria coração-cérebro-corpo. E detalhe: é necessário que o corpo responda, para que então a pessoa se torne consciente do que ocorreu.

Esse experimento revela que o nosso entendimento básico de como o corpo funciona está mudando. Primeiramente o coração e depois o cérebro têm acesso ao nosso campo de informações que não é limitado pelo tempo nem pelo espaço. Para a Física Quântica e os hologramas quânticos, isso não é novidade; porém essas experiências atestam que nós, de fato, temos um sistema energético ou eletrônico primordial que não é mesmo limitado por tempo e espaço, como já dito. E o nosso coração está conectado a um campo de informação e inteligência que é diferente, porém complementar ao campo de informação cerebral.

Já é bem sabido que tanto os neurônios do coração como os do cérebro têm memória de curto e longo prazo. Nosso coração processa informações como um cérebro funcional.

Alguns pesquisadores teorizam que o coração seria o órgão mestre a imprimir informações no campo energético corporal, uma vez que nele existe muito tecido neural. Dr. Peter Fraser, diretor de pesquisa do Instituto NES acredita que tal tecido neural cardíaco existe para agir como uma impressora para este holograma ou campo energético do nosso corpo que está continuamente sendo abastecido de informações que advêm do coração por intermédio das ondas de pressão (pulsação). No coração encontra-se uma quantidade enorme de carga e as ondas de pressão dentro das câmaras cardíacas, em contato com essa carga, já seria o suficiente para imprimir informação. E se ele imprime ou transporta informação é porque, de alguma forma, as células do nosso corpo teriam de recebê-la.

De fato, existem, do lado de fora das nossas células, proteínas receptoras que estão lá para receberem informações sobre o ambiente, tais como: “como está o meu dia hoje?”ou “o que está acontecendo no planeta?” ou “qual é a tarefa para essa pequena célula?”. Portanto, tem que haver uma comunicação intercelular que advenha de uma fonte para que haja um sistema de controle que envie informações para todo corpo através do campo corporal.

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Os Padrões de Informação

Mas o que seriam essas “informações”?

Pensemos em nosso corpo como uma sistema feito de matéria e energia que seja totalmente dinâmico, intercambiável e aberto. Nós todos consumimos aproximadamente uma tonelada de comida por ano e a maior parte dela é eliminada depois de ter sido transformada pelo nosso corpo que continua extremamente estável, por um longo período, já que um adulto comum vive até seus 40 anos sem mudar muito em sua estrutura básica corporal. No entanto, após um curto espaço de tempo, nós não conservamos um único átomo original em nossos corpos porque eles todos foram trocados! O corpo humano é um sistema essencialmente dinâmico e ainda sim permanecemos aparentemente os mesmos. Então, se não é o material físico o responsável por essa aparência de continuidade, já que todas as nossas células são trocadas periodicamente e presumivelmente não seria a parte energética, o que fica? Os cientistas então apostaram que seria um padrão de informação o elemento que mantém o corpo coeso e estável.

Muitos cientistas que se situam na fronteira entre o conhecimento científico tradicional e o revolucionário levantaram hipóteses, teorizaram e demonstraram que nós somos um sistema de informação e tais informações não estão internamente localizadas em nosso corpo apenas, mas também as acessamos no campo energético o tempo todo. Ou seja, o nosso corpo parece estar constantemente se conectando tanto com as informações advindas de dentro dele mesmo como outras advindas do campo energético, pois procura o intercâmbio de informações entre todas as suas células. Alguns cientistas acreditam que a doença seria um tipo de “falha”de comunicação no sistema informacional do corpo.

Dr. Fraser diz que nós temos um sistema porque temos estrutura. Sabemos que as informações estão por toda parte, porém só reconhecemos que temos um sistema de informações quando existe uma ordem. A grande descoberta dos an0s 80 foi a de que a acupuntura era realmente um sistema organizado e não um agrupamento aleatório de meridianos para acupressão. Os testes comprovaram que a energia se organiza sob uma certa ordem e que os meridianos de energia se comunicam entre si seguindo uma determinada direção. Assim, a informação segue uma ordem e é essa ordem precisamente o que constitui o nosso campo corporal.

Para o Dr. Cimbal, a verdadeira regulação de todo o nosso organismo e a coordenação de nossas células se dá mediante a ajuda desse campo de informações através de suas ondas escalares que fazem com que cada célula saiba o que a outra está fazendo em qualquer instante. E nós temos mais de 70 trilhões de células em nosso corpo! É muita informação, minha gente! Por isso que é necessário um campo estruturado para processar tal quantidade de informações. Em última instância, de acordo com Einstein e outros pesquisadores, a energia e a informação precisam ser intercambiáveis e tais informações se tornam uma forma de energia porque existe uma ordenação no espaço. Por outro lado, o que acontece na prática é que temos essa onda de energia a partir da qual podemos adquirir informação gravada/impressa, sendo que a quantidade dessas informações que podem ser impressas ou afixadas parece ser ilimitada! A Medicina Informacional, portanto, é a medicina que usa informações para alterar aquela informação que foi perturbada. Em outras palavras, é a medicina do futuro.

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A Medicina do Futuro

Aparentemente, o verdadeiro sistema de controle do nosso corpo não são os nosso genes ou sua organização química, mas sim as informações que se encontram disponíveis no campo corporal.

Então seria possível sobrepor informação nova em nosso corpo a fim de influenciar o nosso bem-estar?

Bem, é exatamente isso que já está sendo feito por alguns pesquisadores. Eles já conseguem controlar determinada distorção de informações que esteja ocorrendo no corpo por causa de doenças. Assim, uma vez detida a distorção, a fisiologia corporal retorna ao seu funcionamento normal e também os processos químicos se estabilizam. Há muitos casos de pessoas que se curaram com a simples correção da distorção da informação no seu campo corporal. Destarte, a doença seria, de certa forma, um embaralhamento de informações que, uma vez acessado, pode ser corrigido.

Uma paciente que foi tratada com a medicina informacional tinha sido previamente diagnosticada com câncer na tireóide aos 20 anos de idade. Ela já tinha sido submetida a uma cirurgia para a retirada de 3/4 de sua tireóide e desde então tomava hormônio sintético para reposição dos hormônios que sua mínima tireóide já não mais produzia. Alguns anos depois foi diagnosticada com a Síndrome da Fadiga Crônica e Fibromialgia, que não a deixavam se movimentar sozinha e nem comer. O marido dela a ajudava a fazer todos os movimentos básicos desde alimentação até sua higiene e etc., buscando garantir sua sobrevivência. Os médicos tradicionais não sabiam mais o que fazer para tratá-la além de prescrever-lhe drogas para  a dor. Por fim, disseram para ela consultar-se com uma nutricionista para não morrer de inanição. A Dr. Debora Holt do Instituto NES foi quem começou a tratá-la, empreendendo inicialmente testes para detectar as áreas de distorção em seu campo corporal para então adicionar novos padrões de informação através de uma solução fluídica que a paciente tinha que ingerir diariamente. Dois meses depois ela já conseguia se sentir bastante bem. Após 6 meses, a paciente já atingia níveis energéticos ótimos e seu corpo já era capaz de transferir as informações de maneira bem mais efetiva para viver uma vida normal.

Estamos cientificamente no limiar para um novo entendimento a respeito de como as doenças verdadeiramente acontecem, de como as informações são transferidas em nosso corpo e de como é possível melhorar a transferência de informações através dos sistemas vivos.  Segundo o Dr. Fraser, tem havido um grande aumento no número de doenças crônicas no mundo e o uso de tais métodos de manipulação dos padrões de informação corporal pode levar os especialistas a tratarem melhor tais tipos de doenças.

Um dos mais notáveis exemplos da efetividade e do efeito instantâneo da medicina informacional está também intimamente relacionado à Terapia do Campo do Pensamento, que é a psicologia da energia que é trabalhada a fim de curar e mudar os pensamentos negativos à nossa volta. Nessa teoria, acredita-se que os pensamentos negativos ficariam pendurados ao nosso redor como se fossem uma rede, afetando os nossos sistemas corporais. De acordo com a Dr. McTaggart, essa terapia foi usada para tratar os sobreviventes de guerra em Kosovo, na antiga Iugoslávia. Os pacientes foram as famílias que estavam severamente traumatizadas pelas mortes de vários de seus entes queridos. Foram formados grupos com essas pessoas e elas foram tratadas com a Terapia do Campo do Pensamento (TFT). O resultado foi alarmante: 100% das pessoas tratadas melhoraram a ponto de serem capazes de rir, brincar e curarem-se de seu trauma! Até mesmo os correntes praticantes da psicologia da energia ficaram surpresos com o enorme poder dessa modalidade de terapia. E esse é apenas um dos exemplos do poder do uso da informação enquanto medicina.

Concluindo

O mais importante a fazer então é assumirmos totalmente a responsabilidade pela nossa  própria saúde e pararmos de pensar que a ajuda vem de fora ou que alguém pode nos “dar” saúde. No âmbito dessa responsabilidade encontra-se principalmente a habilidade de escolha de nossos pensamentos para nos colocarmos num bom estado de espírito que possa nos conduzir à nossa auto-cura.

Por outro lado, o fator que mais necessita de mudança no campo da medicina tradicional é a perspectiva que coloca os nossos genes como sendo a solução e causa para todo tipo de doença. Os epigeneticistas estão provando que os nossos genes estão, na verdade, subordinados a esse sistema de informação que se encontra tanto dentro, como fora de nós; e tal sistema nos diz que o que verdadeiramente temos que manter em perspectiva são as informações impressas nele. Ou seja, precisamos de sistemas de informações que regularizem as coisas que porventura estejam embaralhadas em nosso organismo.

Finalizando, existem poucas dúvidas a respeito da deficiência geral da medicina tradicional. Tal deficiência é expressa em vários termos: o seu atual significado, o seu custo, a liderança de suas pesquisas e seus métodos de compreensão do que realmente promove ou facilita a cura real. Atualmente na medicina tem-se difundido uma política de guerra ao câncer, no intuito de destruir os organismos invasores. Dito de outro modo, o modelo de cura da medicina tradicional é a guerra da saúde contra a doença. Porém isso não funciona em nosso corpo, não dessa forma.

Precisamos aprender com outras culturas, com outras tradições a respeito de outras formas de promover a cura, aproveitando também as pesquisas que já foram feitas e que obtiveram bons resultados para mudar o foco da doença para a saúde de forma holística, tomando como base a efetividade da auto-cura natural dos nossos organismos.

As teorias científicas a respeito de como o nosso corpo armazena e acessa as informações estão à disposição.

Vamos usá-las?

Texto e tradução meus, Flavia Criss.

Em 5 de dezembro de 2016, Alameda, Califórnia.

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