Por Dentro dos Informantes: Emery Smith — Parte 1

Pois muito bem!!! Depois de uma longa pausa para tratar de assuntos pessoais bastante sérios advindos deste e não de outro mundo, eis-me aqui novamente para te trazer esclarecimentos cruciais que precisam ser revelados para a melhor compreensão sobre o nosso cenário planetário que ora urge por disclosure/revelação.

Assim, hoje conversaremos sobre um dos insiders ou whistleblowers, termos que são bastante usados na literatura ufológica para designar aqueles informantes que são as peças-chave para o nosso acesso a todas as informações que existem até agora sobre as atividades escusas das sociedades secretas e do Programa Secreto Espacial. E claro, como você já adivinhou pelo título, vai ser uma longa exposição, portanto…senta, que lá vem a estória 🙂

Sem mais delongas, vamos conhecer Emery Smith, a quem contatei por e-mail em busca de uma entrevista (é, querido leitor, às vezes temos que fazer o papel de jornalista) e estou aguardando resposta. Enquanto isso, vamos explorar um pouco a sua excepcional importância para o movimento Disclosure.

EMERY SMITH É “PAUL” (INFORMANTE DE WILCOCK)

Sim! Se você, leitor querido, está por dentro do programa Cosmic Disclosure apresentado por David Wilcock na plataforma paga de TV alternativa Gaia TV (sim, é propaganda mesmooo) já deve ter conhecimento sobre ele. Mas se porventura você ainda não o conhece, deixo aqui o link para o primeiro de uma série de 5 episódios de sua entrevista com David Wilcock para o mencionado programa que está rolando de graça no YouTube. Obrigada, de nada 🙂

Mas o que é mais relevante comentar sobre Emery? Bom, inúmeras atividades conferiram a ele as expertises certas para exercer o tipo de trabalho impactante que acabou desenvolvendo.

Senão, vejamos um abreviado currículo: Emery é um atirador exemplar desde os 10 anos de idade; foi membro da Patrulha Civil Aérea atendendo em missões de salvamento; além de piloto exemplar, foi treinado como Técnico em Emergências Médicas com 16 anos de idade; em 1990, entrou para a Força Aérea dos EUA e passou a servir na Base Aérea de Lackland em San Antonio, Texas e de lá ele passou por treinamento técnico em cirurgia na Base Aérea de Sheppard em Wichita Falls, Texas; seguiu então para a Base Aérea Inglaterra no 23o Batalhão Tático, localizado em Alexandria, Louisiana, onde trabalhou como técnico cirúrgico e primeiro auxiliar cirúrgico; foi transferido para a Base Aérea de Kirtland em Albuquerque, Novo México, onde trabalhou dentro e fora da base, no Hospital da Universidade do Novo México como auxiliar cirúrgico e paramédico; recebeu então o certificado em aprendizagens cirúrgicas e passou a trabalhar como instrutor de materiais perigosos, como técnico em emergências médicas, como coordenador de negociações terroristas, médico especialista em operações aéreas, tecnólogo cirúrgico, especialista em guerra, especialista em guerra química, especialista em guerra biotecnológica, entre outras atividades.

Ufa! Pera, que ainda vem o melhor. Foram exatamente esses tipos de habilidades e conhecimentos altamente incomuns que proporcionaram a Emery mais uma especial oportunidade: trabalhar como assistente cirúrgico nos laboratórios subterrâneos do Programa Secreto Espacial.

Capisce agora , meu amigo leitor, a importância deste cara?

SAINDO DO ARMÁRIO: A ENTREVISTA

Leitor amado, peço a você encarecidamente que abra o vídeo (para a vossa comodidade, link reexibido aqui) e veja pelo menos alguns segundos dessa entrevista a fim de captar o feeling do momento, mesmo que não entenda nada de Inglês. A data era 12 de Dezembro de 2017, quando o então informante há mais de uma década de David Wilcock, cujo codinome era Paul,decide sair do armário para mostrar sua real identidade no programa Cosmic Disclosure.

Nesse vídeo, você encontrará um Emery Smith apavorado, pois tinham tentado assassiná-lo por três vezes, meses antes da entrevista por ele ter se demitido deste trabalho no laboratório.

Ele conta que fôra levado para um lugar, como um banheiro, coberto de azulejos de cima a baixo, denominado por aquele grupo de wet room (quarto de banho) para ser assassinado, como acontecia frequentemente com inúmeros seres de várias espécies não humanas. Ainda, ele sofreu um acidente de automóvel esquisitíssimo, logo após ter gravado o programa com Wilcock e por incrível que pareça, foram os agentes do FBI e da CIA que o ajudaram a sobreviver a todos esses atentados à sua vida.

Emery fala sobre o seu trabalho como assistente cirúrgico na mencionada instalação de Kirtland, mais especificamente em um laboratório que fica localizado no subterrâneo da Base da Força Aérea. Ele trabalhava de dia e, principalmente, de noite naquele local e tanto ele como um outro funcionário eram continuamente monitorados através do uso de pulseiras especiais, sempre que estivessem no local.

Interessante é que apesar de o trabalho todo se desenvolver nos subterrâneos de uma base militar, o time de médicos e cirurgiões para quem Emery trabalhava eram civis, ou seja, não militares. Ele conta que havia regras rígidas a serem rigorosamente respeitadas em função dos acordos contratuais e esses braceletes, juntamente com a vigilância 24 horas a que eram submetidos através de câmeras e pessoal armado, eram o que assegurava que o contrato não fosse violado.

Esse laboratório é, obviamente, altamente especializado e está intimamente relacionado a vários projetos obscuros e caríssimos, que fazem uso de equipamentos de alta tecnologia da monta de milhões de dólares em sua rotina diária de trabalho: ele cita especialmente um tipo de Ipad (tablet) feito de vidro flexível e outras ferramentas médicas que o auxiliavam em seu trabalho incomum de dissecação de tecidos de seres de origem desconhecida.

Nessas instalações subterrâneas — que são várias espalhadas nos subterrâneos de diversas bases militares do território americano –, há um sistema de transporte subterrâneo, dotado de quatro trens especiais, que parece funcionar como um tubo de aspirador magnético. Emery tinha que cuidar de vários projetos conjuntamente e trafegava cotidianamente por essas diversas instalações.

Ele menciona que trabalhou em um projeto em especial que envolvia a construção de naves que eram organismos vivos. Sim, isso mesmo que você leu: as naves são vivas — uma mistura de tecidos vivos e tecnologia — e dotadas de consciência!! De acordo com Emery, trata-se de uma das vertentes do projeto de formulação de tecidos combinados com células-tronco e titânio denominado osteointegration (integração óssea) também empregado na formação dos supersoldiers (super soldados). Totalmente Wolverine, leitor amado, sem dúvida! Também estou aqui com meus olhos brilhando 🙂

Pois sim, no megaprojeto dos supersoldiers, que Emery afirma ser implementado pelo grupelho dos donos da Terra denominado também de Cabal, o tempo de cura, de reparação e renovação de tecidos vivos –uma milionária tecnologia anti-idade– também é manipulado, sendo capaz de regenerar 10 anos o corpo de um indivíduo em pouquíssimo tempo, é vapt vupt.

Ele afirma basicamente que toda a tecnologia natural de que precisamos para nos curar, renovar as nossas células e tecidos já existe em nossos corpos, mas o grande problema para nós, meros mortais não milionários, são o que ele denomina de filtros à nossa volta, ou seja, as camadas de poluição, a ação dos chemtrails e das microondas eletromagnéticas exaladas em nossos ambientes diariamente e principalmente os alimentos que ingerimos, que estão praticamente envenenados. E todo processo doentio em nossos corpos começa com uma inflamação, causada basicamente pelos venenos que nos são dispensados — sem se inflamarem de algum modo e continuamente, nossos corpos se regenerariam facilmente.

Entre inúmeras informações de que trataremos no próximo post, Emery relata ter estudado um pouco mais de 3000 espécies diferentes de seres de origem desconhecida durante essa época, além de ter visto animais híbridos de extra-terrestres e outras espécies serem criados e mantidos para experiências nessas instalações.

Você vai saber tudinho se continuar comigo. Prometo que não vou demorar. 🙂

Até à próxima!

Flávia Criss.

San Francisco Bay Area.

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