“Pivoting”

Todos nós queremos nos sentir bem, pois quando o fazemos, nos colocamos na vibração exata para atrairmos coisas positivas: é o que nos ensina Abraham em suas inúmeras palestras e em seus vários livros sobre a Lei da Atração.

“Pivoting”é uma expressão muito usada por Abraham (e que muito me agrada) para referirem-se a uma prática que, uma vez aprendida e internalizada realmente, nos dirige diretamente para o nosso lugar de Bem Estar maior em que atraimos todas as coisas positivas para a nossa vida ou  em que entramos em harmonia absoluta com a nossa consciência superior, qual seja:  o “vórtice”.

Bem, como bem sabemos, não estão todas as pessoas que vivem na Terra em completo isolamento, tal qual fazem os eremitas. Eu e muito provavelmente você, que está lendo este Post,  sofremos influência energética dos ambientes por onde transitamos e das pessoas com quem interagimos diariamente, em maior ou menor intensidade. E até mesmo os próprios eremitas, que buscam se isolar da sociedade, recebem influência da projeção dos pensamentos das pessoas na vibração da Terra e assim também não estão imunes a elas, por mais que pensem o contrário, pois vivemos nessa dimensão em que tais influências são bastante significativas.

No entanto, precisamos entender que temos ferramentas e processos mentais que podem nos ajudar a nos defendermos dos sentimentos e emoções negativos  que indicam que estamos pensando em algo que não está em harmonia com a nossa aspiração maior e tais ferramentas realmente poderão nos ajudar a sair desse lugar/momento em que não queremos realmente e passarmos para aquele outro lugar que elegemos como sendo o nosso melhor propósito.

Bem, mas o que é “pivotar”? Existe essa palavra em Português?

A melhor tradução que poderia nos dar a ideia em Português  desse processo mental que Abraham denomina “pivoting”  seria “prover de eixo” um pensamento ou simplesmente o ato de fazer “voltar ao eixo central” um desejo ou uma ideia que elegemos como sendo a nosso melhor proposta. E trata-se realmente de um processo extremamente simples que poderia ser resumido no seguinte:

Quando reconhecermos que estamos sentindo uma emoção ou energia negativa — que nada mais é do que a falta da energia positiva — a primeira coisa que devemos fazer é parar aquele continuum e dizer para nós mesmos “Estou sentindo essa emoção negativa, que é indicativo de que não estou mais em harmonia com aquilo que realmente desejo”. E então, devemos perguntarmo-nos imediatamente “O que é que eu quero mesmo?”

Nesse momento, temos todas as condições de identificarmos o que desejamos realmente face ao que estamos sentindo, pois não existe clareza maior em relação àquilo que queremos do que o fato de experienciarmos algo que não desejamos de maneira nenhuma, não é verdade?

Assim,  devemos parar naquele exato momento para reconhecer que algo muito importante nos está acontecendo ou então não estaríamos sentindo aquela emoção negativa.

Pergunte-se “O que é mesmo que eu quero?” e volte sua atenção para isso apenas.

No momento em que mudamos o foco de nossa atenção, a atração negativa cessa imediatamente, a atração positiva reinicia-se novamente e nosso sentimento muda instantaneamente, no sentido de nos sentirmos bem outra vez.

Este, basicamente, é o processo de fazer voltar ao eixo central um desejo consciente, ou seja, “pivoting”.

No entanto, muitas pessoas ainda não o entendem bem, pois acham que se trata apenas de “fingir” que tudo está bem para forçar voltar o sentimento de  Bem-Estar que antes existia e se recriminam muito ao se sentirem mal em alguma situação.

Não poderiam estar mais equivocadas!!!

Abraham nos ensinam que o nosso sistema-guia são as nossas emoções e assim como haveríamos de nos enganar a partir delas,  quando verdadeiramente elas apenas nos indicam o caminho que estamos seguindo naquele momento?

Sentimos o que sentimos, e pronto.

Porém, o que estamos sentindo também é o resultado de nossos pensamentos no momento.

Nunca haverá um lugar em que encontraremos a pureza da emoção positiva ou a pureza da energia positiva exclusivamente, pois neste Universo em que vivemos existem tanto o lado Físico como o Não-Físico e há também um equilíbrio perfeito entre os lados negativo e positivo.

Dentro de tudo aquilo que desejamos, existe a contrapartida natural e automática que é a sua falta. Então o nosso trabalho aqui nessa dimensão é definir aquilo que queremos e de modo deliberado manter nosso pensamento ou atenção em sua direção. Simples assim. E o sistema-guia emocional que emerge do nosso Eu Interior que nos faz sentir as emoções positivas e negativas existe para nos ajudar a saber de qual lado da equação estamos nos posicionando: estamos pensando no que desejamos ou pensamos em sua falta?

É extremamente simples todo o processo, como podemos ver. Basta apenas nos sentirmos mal, para sabermos que estamos atraindo alguma coisa que não vai nos agradar, sempre em função de focarmos nossa atenção à falta daquilo que desejamos.

Assim, o processo de fazer voltar ao eixo central um desejo é uma decisão consciente de identificar aquilo que queremos.

A emoção negativa em si não é má, pois sempre quando nos sentimos dessa forma somos alertados de que estamos entrando no processo de atrairmos coisas negativas e dessa forma ela pode ser melhor vista como um sinal de alerta que faz parte de nosso sistema-guia.

Quando sentirmos a emoção negativa, não devemos nos recriminar…mas tão logo quanto possível, paremos ali naquele sentimento para pensar conosco: “Estou sentindo essa emoção negativa, que significa que estou atraindo para mim aquilo que eu não quero. O que é mesmo que eu quero realmente?”

“Eu quero me sentir bem.”

E os pensamentos positivos começarão a surgir do outro lado da equação…e como um atrai outro, que atrai mais outro e assim infinitamente, logo logo estaremos vibrando em uma frequência que está em harmonia com o nosso conhecimento superior  e assim estaremos engajados novamente na criação positiva.

É simple assim.

Flavia Criss, Abril de 2011.

Foto: Carlos G H A

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