Emery Smith — parte 2

Prometi, mas não cumpri. Demorei quase um mês para vir te contar o final dessa estória….mil perdões, meu caro leitor amado.

Mas você já imagina, não é …quatro dias após publicar a primeira parte do post sobre a entrevista de Emery, minha mãe desencarnou, indo, com certeza, para outra dimensão espetacular.

Enquanto o luto me espreme, vou procurando escrever muito e todos os dias, pois essa é a minha forma de lidar com a estranheza de não tê-la mais por aqui.

Eu queria muito poder dizer que não estou triste com a passagem dela, que é uma coisa boa ela ter partido, pois ela se graduou espiritualmente, etc etc e etc…. e acredito mesmo nisso tudo. Mas o fato é que estou moída, sabe? É um sentimento complicado, o luto.

Mas a vida segue. Sigamos então com a nossa procissão escrita.

Entrevista de David Wilcock com Emery Smith — parte final

Muito bem, recapitulemos a entrevista mencionada neste link aqui. Dê uma lidinha para avivar a memória, pode ser?

Nessa segunda parte, trataremos essencialmente de como Emery começou a trabalhar com a biologia alienígena, de como foram suas experiências com seres extraterrestres, as descrições das instalações dos laboratórios subterrâneos, os procedimentos de trabalho e as características do extraterrestres que avistara, na época.

Emery Smith nos conta que não começou a fazer autópsias em ETs, inicialmente.

A bem da verdade, foi uma questão de logística, pois a entrada do prediozinho em que ele trabalhava no início, na Base da Força Aérea em Albuquerque, Novo México, era a mesma dos alojamentos subterrâneos, aproximadamente 30 andares para baixo da terra, que fazem parte das instalações do Programa Secreto Espacial.

Porém, um belo dia, ele foi escoltado do elevador até uma sala no subterrâneo, daquelas que vemos na série Arquivo X: ambiente completamente branco, com uma mesa de metal no centro e vários pequenos consoles com instrumentos nas proximidades. Quando ele se aproximou da dita mesa, vê um pedaço de tecido de um organismo que estivera vivo, cortado perfeitamente na forma de um quadrado, contendo artérias, veias e nervos.

Para manipular a peça, teve que fazer aquela assepsia de esfregação das mãos e braços (scrubbing) , como os cirurgiões normalmente fazem antes das cirurgias e vestir toda a roupagem específica. E assim ele realizou seu primeiro trabalho de amostragem, coletando pedacinhos do tecido em tubos de ensaio, que foram acoplados a uma bandeja e passados através de uma espécie de gaveta para o exterior do aposento. Ele descreve que alguns tecidos pareciam com os de um peixe, tipo salmão…outros eram completamente diferentes de tudo que ele já vira antes.

Com o passar do tempo, as amostras de tecido começaram a ficar cada vez maiores e mais inteiras: em várias ocasiões, havia uma mão completa de um ser, por exemplo, que ele não saberia dizer a que espécie pertencia. Podia ver claramente que era uma mão de um ser, pois havia a palma com impressões digitais, unhas, vasos sanguíneos e etc, muito embora não fosse humana e nem de nenhum animal que ele já tivesse visto antes.

Por vezes, vira mãos de seres enormes, que pareciam mãos de um inseto gigante: ele podia verificar que era um tecido vivo de um inseto, mas que assemelhava-se ao mesmo tempo com o tecido de um vegetal. Eram amostragens do programa de hibridização de seres terrestres e extraterrestres.

Importante mencionar que ele era absolutamente proibido de comentar ou perguntar qualquer coisa sobre o trabalho, ou poderia ser morto.

Desvendando as Instalações

CONCORD DIGITAL CAMERA

Sobre as instalações do multicomplexo subterrâneo do Programa Secreto Espacial, Emery conta que a área ocupada tem a extensão de aproximadamente 100 acres.

Leitor amado, fui pesquisar o que significa isso em áreas que eu consigo computar praticamente em minha mente e pasmei: 100 Acres equivalem aproximadamente a 100 campos de futebol americano, isso debaixo da terra !!!! Ou seja, trata-se de múltiplas alas em que campos específicos da ciência são trabalhados: propulsores de energia, regeneração de tecidos, alas de medicina de todas as especialidades…seria como uma pequena cidade onde as pessoas/profissionais realmente moram e quase nunca vêm à superfície.

Emery fazia o seguinte: como ele morava na Base Aérea, ia de bicicleta até o já mencionado prediozinho, que parecia uma torre de observatório de uma base, com estacionamento e etc, como o exemplo da foto acima.

Detalhe: a foto não é da mesma Base Militar, pois não encontrei uma que pudesse usar sem ferir direitos de copyright. Assim, atentem para essa, cuja aparência é aproximada. 🙂

Pois bem, Emery entrava no prediozinho, pegava o elevador e descia até um corredor enorme em que ficavam as esteiras rolantes, como as de um aeroporto, só que muito mais compridas: ele calcula, mais ou menos, 10 minutos de percurso. As esteiras eram extremamente rápidas, transparentes, feitas de policarboneto e nelas havia cadeiras. Ficavam num túnel, como um corredor compridíssimo, com teto de ônix preto.

Quando chegava ao destino, a entrada da estação era fechada por portas de vidros inteiriças, sem emendas, ao estilo Jornada Nas Estrelas. Por elas, só poderia entrar uma pessoa de cada vez. Se duas pessoas chegassem na mesma hora, uma teria que esperar do lado de fora, pois havia dupla fiscalização por soldados na recepção, que examinavam as palmas das mãos dos indivíduos e exigiam um genérico cartão de ingresso.

Interessante notar que havia cães de guarda especiais que acompanhavam as operações de fiscalização junto com os soldados. Eram cachorros híbridos, de porte maior do que os cães comuns, cujo trabalho era o de cheirar os ingressantes. Depois de ultrapassar a fiscalização apurada, Emery chegava aos vestiários, separados de acordo com o gênero, em que deveria trocar-se e colocar uma espécie de roupa de médico, como um macacão. O tecido era extremamente leve, feito de uma espécie de poliuretano, com sistema de oxigênio embutido e sistema de comunicação, além de luvas de um material especial. Na verdade, havia roupas diferentes, dependendo do procedimento de autópsia, que poderiam conter uma mangueira nelas acoplada para ser plugada em uma saída de oxigênio embutida na parede de determinadas salas de operações.

A partir dali, ele entrava em um outro corredor em direção a uma sala que continha pastas, das quais ele selecionava a própria. Por vezes, se houvesse necessidade de algum esclarecimento, os gerentes locais dirigiam-se ao aposento com meia hora de antecedência à chegada dele, pois todas as ações eram minuciosamente monitoradas.

A partir desse procedimento, das duas, uma: ou ele era escoltado até a sala de operações ou tinha que seguir as faixas coloridas no piso, que eram correspondentes às alas em que ele trabalharia durante aquele dia. Cada ala continha de 30 a 50 salas em um bloco de mais de 50 andares, isso só na ala de medicina.

As salas de operações eram feitas de paredes inteiriças, sem cantos ou emendas, cor de rosa-clarinho, ovaladas e tais paredes abriam-se em diferentes partes, como painéis, em que ficavam as partes/corpos para exame e os instrumentos cirúrgicos.

Após 16 meses de trabalho sigiloso e bom comportamento, Emery conta que passou a examinar corpos quase inteiros. Ele não era autorizado a perguntar nenhuma informação sobre aqueles indivíduos.

Um dos primeiros corpos parciais que Emery examinou tinha a pele da cor de leopardo, porém furta-cor como as penas de um pavão, com a estrutura da pele como a de um sapo. Era simplesmente um torso, que parecia ter vindo de uma explosão e tinha todos os órgãos que os humanos têm internamente: ele examinou baço, coração e pulmões. O rosto estava muito destruído, tanto que não se podia dizer que aparência tinha. Porém, a estrutura óssea era perfeitamente similar à nossa.

Ele sabia diferenciar quando os tecidos dos corpos eram de um organismo original ou pertenceram a um clone, pois a estrutura da pele deste é extremamente frágil, praticamente se desfazendo em comparação com a pele de um ser original.

Os Extraterrestres (finalmente)

Emery conta que o número de extraterrestres que ele vira nas imediações das salas ou examinara era impressionante. Ninguém acreditaria se ele dissesse que um soldado reptiliano de 3 metros de altura o escoltava pelos corredores das instalações até as salas de operações.

Muitos eram seres tridimensionais, clonados, possivelmente híbridos ou impressos em 3D, que se assemelhavam a reptilianos. Ele não sabia dizer se eram reais ou não, pois só pelo fato de vê-los, não implicava dizer que eles existiam na realidade física material, assim como eu e você. Tecnologia ultra avançada, leitor amado.

Emery explica que esses seres poderiam até ser projeções, mas eram sempre palpáveis, entende? Coisa incrivelmente louca. Assim, ele não sabe dizer exatamente quais foram as naves reais — e não holográficas — que vira e quais seres eram reais e não impressões palpáveis em 3D.

Porém, ele teve contato com alguns extraterrestres bem reais, de 2 a 3 metros de altura e outros de 55 cm que eram híbridos ou clones e muitos deles, prisioneiros.

E foi esse o exato motivo de ele ter pedido as contas, vamos dizer assim, depois de 10 anos de serviço local, pois ele sentira que tinha algo estranho acontecendo ali. Basta dizer que um dos corpos que ele recebera para examinar, certa feita, estava ainda quente, ou seja, na temperatura natural de um ser vivo. Isso implicava que o ser tinha acabado de morrer/ser abatido, minutos antes de ele adentrar aquela sala cirúrgica.

Depois dessa experiência, Emery pediu demissão e ficou calado durante 16 anos, sem relatar para o público o que tinha acontecido ali naquela Base Militar.

Emery conta, por fim, que saiu do armário para falar publicamente de suas experiências após uma década de serviço como informante de David Wilcock porque sofreu muitos atentados violentos contra a sua vida: um acidente de carro grave, levou tiros, facadas, foi ameaçado e teve sua casa completamente destruída.

Enfim, passou por muitos sofrimentos que ele atribui ao fato de ter começado a lidar com dispositivos de energia regeneradores da saúde humana. Ou seja, tudo indica que o contato com extraterrestres não fôra a causa das ameaças à sua vida, mas sim a possibilidade de ele se interessar por melhorar a saúde das pessoas, uma vez que aprendera, com o uso das tecnologias altamente avançadas na Base Militar, que a humanidade pode viver livre de doenças e da senilidade.

Sim, leitor amado…doenças e velhice não são estados naturais do corpo humano, mas servem continuamente para trazer muito dinheiro para alguns.

Vamos pensar nisso.

Espero que tenham gostado!

Um beijo grande e até o próximo post.

Flavia Criss,

San Francisco Bay Area.

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