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A prática da solidão voluntária
Leia mais: A prática da solidão voluntáriaEm meio à névoa cinzenta da manhã, o filho já adulto ajoelha-se numa rocha no mar e conversa nada mais nada menos do que com a mulher-foca. Essa prática diária e intencional da solidão permite que ele se aproxime do lar “espiritual” de um modo criterioso, não somente ao mergulhar até o lar da alma…
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A volta à superfície
Leia mais: A volta à superfícieO assombro e a dor da volta ao lar selvagem consistem em podermos fazer uma visita, sem que possamos ficar. Não importo quanto seja maravilhoso o lar mais profundo imaginável, não podemos ficar debaixo d’água para sempre, mas precisamos voltar à superfície. Como Ooruk, que é delicadamente colocado no litoral rochoso, nós voltamos à nossa…
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A mulher medial: a que respira debaixo d’água
Leia mais: A mulher medial: a que respira debaixo d’águaNa história, é feita uma interessante concessão. Em vez de abandonar seu filho, ou de levar o filho consigo para sempre, a mulher-foca leva a criança em visita aos que vivem no mundo “oculto”. A criança é reconhecida como um membro do clã das focas através do sangue da sua mãe. Ali no lar subaquático,…
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A separação, o mergulho
Leia mais: A separação, o mergulhoO que significa a volta ao lar? Ela é o instinto de retorno, de volta ao lugar de que nos lembramos. É a capacidade de encontrar, à luz do sol ou nas trevas, nossa terra natal. Todas nós sabemos voltar para casa. Não importa quanto tempo tenha passado, nós encontramos o caminho. Atravessamos a noite,…